<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Regina Hall &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
	<atom:link href="http://personaunesp.com.br/tag/regina-hall/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://personaunesp.com.br/tag/regina-hall/</link>
	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 29 Sep 2025 17:50:50 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/08/cropped-icon-certo-cristo-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Regina Hall &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
	<link>https://personaunesp.com.br/tag/regina-hall/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">119746480</site>	<item>
		<title>Ver nunca foi tão político em Uma Batalha Após a Outra</title>
		<link>http://personaunesp.com.br/uma-batalha-apos-a-outra-critica/</link>
					<comments>http://personaunesp.com.br/uma-batalha-apos-a-outra-critica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 17:50:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Benicio Del Toro]]></category>
		<category><![CDATA[Chase Infiniti]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Davi Marcelgo]]></category>
		<category><![CDATA[Ghoulardi Film Company]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo DiCaprio]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Bauman]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Thomas Anderson]]></category>
		<category><![CDATA[Regina Hall]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Sean Penn]]></category>
		<category><![CDATA[Teyana Tyalor]]></category>
		<category><![CDATA[Uma Batalha Após a Outra]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://personaunesp.com.br/?p=35830</guid>

					<description><![CDATA[<p>Aviso: O texto contém alguns spoilers Davi Marcelgo A relevância e a qualidade de uma obra costumam ser medidas pelos temas abordados. Durante a temporada do Oscar 2025, a vitória de Anora sobre Ainda Estou Aqui e A Substância fez com que algumas esferas de cinéfilos e de fervorosos com a presença do Brasil na &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/uma-batalha-apos-a-outra-critica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Ver nunca foi tão político em Uma Batalha Após a Outra"</span></a></p>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/uma-batalha-apos-a-outra-critica/">Ver nunca foi tão político em Uma Batalha Após a Outra</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b><i>Aviso: </i></b><i><span style="font-weight: 400;">O texto contém alguns spoilers</span></i></p>
<figure id="attachment_35831" aria-describedby="caption-attachment-35831" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-35831" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image1-14-800x450.png" alt="Cena do filme Uma Batalha Após a OutraNa imagem, da esquerda para a direita, estão Perfidia, Willa e Bob, eles são uma família. Os três estão deitados em uma cama, sem roupas, Willa, um bebê, está no meio de Bob e Perfidia, chorando. Ela está deitada em uma coberta grossa. Os pais estão com a mão apoiada no corpo dela, em sinal de calma. Raios de sol atingem o peito e ombros de Perfidia, iluminando a cena. Perfidia é uma mulher negra na faixa dos 35 anos, usa cabelo curto. Bob é um homem branco, na faixa dos 50 anos, de cabelos lisos e claros. " width="800" height="450" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image1-14-800x450.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image1-14-1024x576.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image1-14-768x432.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image1-14-1536x864.png 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image1-14-1200x675.png 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image1-14.png 1600w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35831" class="wp-caption-text">O filme já está entre os cotados para disputar o Oscar 2026 (Foto: Ghoulardi Film Company)</figcaption></figure>
<p><b>Davi Marcelgo</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A relevância e a qualidade de uma obra costumam ser medidas pelos temas abordados. Durante a temporada do </span><i><span style="font-weight: 400;">Oscar</span></i><span style="font-weight: 400;"> 2025, a vitória de </span><a href="https://personaunesp.com.br/anora-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Anora</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">sobre </span><a href="https://personaunesp.com.br/ainda-estou-aqui-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Ainda Estou Aqui</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://personaunesp.com.br/a-substancia-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">A Substância</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> fez com que algumas esferas de cinéfilos e de fervorosos com a presença do Brasil na cerimônia, menosprezassem, em redes sociais, a conquista por considerarem os filmes de Salles e Fargeat dotados de tópicos mais importantes — um julgamento sem argumentos sólidos, centrado no olhar de quem falava. Entre o campo de guerra do que é mais ou menos significativo, se esqueceu de que Arte não é um produto feito para agradar o consumidor, tampouco deve ser considerado posicionamento político como a principal forma de se relacionar com ela. </span><i><span style="font-weight: 400;">Uma Batalha Após a Outra</span></i><span style="font-weight: 400;">, de Paul Thomas Anderson, surge como um trabalho artístico politizado, mas que preserva aspectos do fazer Cinema. </span><span id="more-35830"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O cineasta discute questões sociais dos Estados Unidos, como a </span><a href="https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/08/22/numero-de-imigrantes-nos-eua-diminui-pela-primeira-vez-em-decadas-apos-endurecimento-da-politica-migratoria-de-trump.ghtml"><span style="font-weight: 400;">crise migratória</span></a><span style="font-weight: 400;">, supremacia branca e masculinidade, no entanto, para além de ser uma história que pode — e deve — ganhar o título de “necessária”, o fazer Cinema de Anderson é sobretudo organizado, tal como uma célula revolucionária precisa ser para surtir efeito. Neste caso, o ato de filmar é político, para que assim, ideias e temas do roteiro ultrapassem o texto e atinjam o espectador pelas variáveis formas de sentidos, crenças e processos neurológicos que estão presentes no diálogo com uma obra de Arte: audição, tato, cultura e memória, por exemplo. Até no enredo, há estruturas e representações mais complexas do que somente um </span><a href="https://personaunesp.com.br/barbie-critica/"><span style="font-weight: 400;">discurso</span></a><span style="font-weight: 400;"> que levante uma bandeira, movimento que tem presença em produtos midiáticos americanos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A presença de armas em </span><a href="https://www.terra.com.br/diversao/entre-telas/absolute-cinema-martin-scorsese-elogia-uma-batalha-apos-a-outra,836eb7cb0f62cb53b9265ae7f1ab79a874szzbs4.html"><i><span style="font-weight: 400;">Uma Batalha Após a Outra</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">tem a perspectiva crítica. Não há </span><i><span style="font-weight: 400;">set piece </span></i><span style="font-weight: 400;">ou planos sequências que ovacionam atos de bravura; cada tiro, cada ruído provocado pela explosão da pólvora rompe o silêncio de forma agressiva. A abordagem é um discurso contra o armamento, mas também é narrativa: quando PTA enquadra mãe e filha, em momentos diferentes, sobre o mesmo horizonte, enquanto atiram, a rima visual provoca a ideia de gerações que traçam o mesmo caminho, de um mundo que após 16 anos — tempo entre o desaparecimento de Perfidia (</span><a href="https://personaunesp.com.br/met-gala-2025-artigo/"><span style="font-weight: 400;">Teyana Taylor</span></a><span style="font-weight: 400;">) e o amadurecimento de Willa (Chase Infiniti) — continua lidando com a mesma opressão de outrora, e sem outro meio, precisa se radicalizar para sobreviver. </span></p>
<figure id="attachment_35832" aria-describedby="caption-attachment-35832" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-35832" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image2-8-800x608.jpg" alt="Cena do filme Uma Batalha Após a OutraNa imagem, a personagem Perfidia está falando em um telefone público. A caixa telefônica é quadrada e está do lado esquerdo da fotografia, possui uma faixa na parte superior com uma luz branca, escrito em azul “Phone”. Perfidia está encostada nas grades de um estabelecimento, segura o telefone apoiado no rosto com uma das mãos. A cena é noturna e iluminada em tons de azul e lâmpada branca artificial. Perfidia é uma mulher negra na faixa dos 35 anos, usa cabelo liso curto. Está vestindo uma jaqueta na cor verde. " width="800" height="608" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image2-8-800x608.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image2-8-1024x778.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image2-8-768x584.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image2-8-1200x912.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image2-8.jpg 1400w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35832" class="wp-caption-text">Além de Teyana Taylor, se juntam ao elenco Leonardo DiCaprio, Benicio Del Toro e Regina Hall (Foto: Ghoulardi Film Company)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">No roteiro, o californiano desconstrói tropos, como o do salvador branco e o escolhido. O primeiro se relaciona com Bob (</span><a href="https://personaunesp.com.br/era-uma-vez-em-hollywood-5-anos/"><span style="font-weight: 400;">Leonardo DiCaprio</span></a><span style="font-weight: 400;">), um ex-membro da rebelião </span><i><span style="font-weight: 400;">French 75</span></i><span style="font-weight: 400;">, companheiro de Perfidia e pai de Willa. O grupo, assim como as pessoas com quem o homem se relaciona, são, em sua maioria, cidadãos negros e latinos, contudo não é ele quem resolve os conflitos ou nem é um personagem suscetível a herói: sua postura é uma sátira aos distantes das causas. Enquanto ele se escondia dos militares, o mundo continuava enfrentando os mesmos dilemas; ele isolado, imigrantes morando em casas que não comportam um grande número de pessoas. Bob é deslocado e serve de alívio cômico a cada interação com os rebeldes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já o tropo narrativo do escolhido é subvertido com Willa, ela é fruto de uma relação entre pessoas de raças diferentes. Em uma expressiva quantidade de obras, há os protagonistas que vão trazer o equilíbrio para um ambiente polarizado: a salvação vem de alguém pertencente a ‘</span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=aMtKsQCaX6k"><span style="font-weight: 400;">dois mundos</span></a><span style="font-weight: 400;">’. Aqui, a personagem é rejeitada, pagando os pecados da mãe. A conclusão de seu enredo não põe um fim na luta da garota, mas a insere no coletivo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas alterações permitem que o filme comente sobre comunidade, uma decisão também política, posto que o capitalismo produz falácias sobre a individualidade, reforçada por histórias contadas no Cinema da </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=F98LqQt0Rd8"><span style="font-weight: 400;">indústria cultural</span></a><span style="font-weight: 400;">. Repare que os desafios enfrentados durante a jornada são sempre resolvidos a partir da união entre dois ou mais indivíduos, dos skatistas inspirados em </span><a href="https://www.omelete.com.br/filmes/criticas/as-tartarugas-ninja-caos-mutante"><i><span style="font-weight: 400;">Tartarugas Ninja</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> às freiras em retiro — estas que representam a falência e radicalização de uma instituição firmada em dogmas de paz e perdão, porém que se voltam ao rancor e ao engajamento no combate armado. </span></p>
<figure id="attachment_35833" aria-describedby="caption-attachment-35833" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-35833" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image3-6-800x398.jpg" alt="Cena do filme Uma Batalha Após a OutraNa imagem, o personagem Lockjaw está centralizado, encarando à frente com uma expressão de desprezo. Está de noite e a iluminação é azul escuro. Lockjaw é um homem na faixa dos 65 anos, de pele e olhos claros. Veste uniforme e boné do exército. " width="800" height="398" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image3-6-800x398.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image3-6-768x382.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image3-6.jpg 984w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35833" class="wp-caption-text">Em uma atuação brutal, Sean Penn encarna o militar Steven J. Lockjaw (Foto: Ghoulardi Film Company)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A rima visual é usada outras vezes em </span><i><span style="font-weight: 400;">Uma Batalha Após a Outra</span></i><span style="font-weight: 400;">, como nas cenas em que Bob, os imigrantes ou brancos ricos </span><a href="https://personaunesp.com.br/infiltrado-na-klan-critica/"><span style="font-weight: 400;">supremacistas</span></a><span style="font-weight: 400;"> entram em túneis. Enquanto os dois primeiros se apertam em subterrâneos sujos e escuros, até aos montes, os agentes que imperam poder andam com elegância em galerias cor de mármore. Os exemplos da filmagem política de Paul Thomas Anderson são vários entre as três rápidas horas de duração em seu longa provocativo que não entrega ao espectador o que ele gostaria de ver. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Determinados, o cineasta e o diretor de fotografia (</span><a href="https://personaunesp.com.br/licorice-pizza-critica/"><span style="font-weight: 400;">Michael Bauman</span></a><span style="font-weight: 400;">) </span><span style="font-weight: 400;">criam planos colossais e executam sequências que saem do óbvio. Em uma perseguição de carros, a tensão é concentrada na incapacidade de enxergar. Entre uma colina e outra, o público é impedido de acompanhar a rota de quem é seguido, com seu ponto de vista limitado pela câmera na altura do para-choque. Em outro momento, uma grande rocha impede que o profundo azul no horizonte choque a íris. Nesta cena, um militar branco dá ordens a um homem de ascendência dos povos originários. A presença do cânion, símbolo de conquista, domínio e genocídio do Oeste americano, implica em um sentido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ambos servem de mensagem: o quanto e o quê conseguimos ver — e agir — quando algo (insira aqui qualquer autoritarismo e espécie de controle) está entre você e o além. A partir dos olhares, principalmente em um mundo de imagens, estruturas políticas são construídas e o Cinema não está e </span><a href="https://www.planocritico.com/critica-o-homem-da-camera/"><span style="font-weight: 400;">nunca</span></a><span style="font-weight: 400;"> esteve isento disto.</span></p>
<div class="jetpack-video-wrapper"><iframe loading="lazy" title="Uma Batalha Após A Outra l Trailer Oficial #2 Dublado" width="840" height="473" src="https://www.youtube.com/embed/5EXFXUKy63Y?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/uma-batalha-apos-a-outra-critica/">Ver nunca foi tão político em Uma Batalha Após a Outra</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>http://personaunesp.com.br/uma-batalha-apos-a-outra-critica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">35830</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
