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	<title>Arquivos Precisamos Falar &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
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	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
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		<title>Continente e sua perturbadora sede de sangue</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 18:24:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Vitória Borges Exibida nos prestigiados Festival Internacional de Cinema de Munich e Festival do Rio, a produção brasileira Continente faz parte da seção Mostra Brasil na 48ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. O longa, que acompanha a história de um simples vilarejo nas planícies do Sul do país, mostra uma narrativa muito distópica &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/continente-critica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Continente e sua perturbadora sede de sangue"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_34255" aria-describedby="caption-attachment-34255" style="width: 574px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-34255" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image2-12.png" alt="Cena do filme Continente. Na imagem vemos o rosto de Amanda coberto de sangue. Amanda, mulher branca com olhos e cabelos castanhos, encontra-se boquiaberta e com muito sangue ao redor de sua boca. Ao fundo da foto está escuro." width="574" height="324" /><figcaption id="caption-attachment-34255" class="wp-caption-text">Davi Pretto recebeu o prêmio de Melhor Direção na categoria Novos Rumos do Festival do Rio 2024 (Foto: Vitrine Filmes)</figcaption></figure>
<p><b>Vitória Borges</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Exibida nos prestigiados Festival Internacional de Cinema de Munich e Festival do Rio, a produção brasileira </span><i><span style="font-weight: 400;">Continente </span></i><span style="font-weight: 400;">faz parte da seção Mostra Brasil na </span><a href="https://personaunesp.com.br/tag/48a-mostra-internacional-de-cinema-em-sao-paulo/"><span style="font-weight: 400;">48ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo</span></a><span style="font-weight: 400;">. O longa, que acompanha a história de um simples vilarejo nas planícies do Sul do país, mostra uma narrativa muito distópica que aborda o colonialismo, misturando drama com horror. </span></p>
<p><span id="more-34253"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Produzido por </span><a href="https://www.festivaldorio.com.br/br/noticias/continente-novos-rumos-festival-do-rio-2024"><span style="font-weight: 400;">Davi Pretto</span></a><span style="font-weight: 400;"> e distribuído pela Vitrine Filmes, </span><i><span style="font-weight: 400;">Continente </span></i><span style="font-weight: 400;">mergulha na vida de Amanda (interpretada por Olivia Torres) que está de volta ao Brasil após passar 15 longos anos morando na França com seu namorado Martin (Corentin Fila). Na trama, a jovem retorna ao país pois seu pai, Agenor, adoece e está à beira da morte, o que acarreta diversos rumores a respeito da saúde do velho fazendeiro que comanda a pequena cidade pacata sulista.</span></p>
<figure id="attachment_34254" aria-describedby="caption-attachment-34254" style="width: 770px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-34254" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image1-11.png" alt="Cena do filme Continente. Na foto vemos Helô fechando um container. Helô, mulher negra de cabelos castanhos curtos, usa uma blusa azul bebê. Sua mão esquerda e o restante de seu corpo estão apoiados na porta de um grande container de metal." width="770" height="434" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image1-11.png 770w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image1-11-768x433.png 768w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34254" class="wp-caption-text">Continente apresenta uma visão colonialista do mundo (Foto: Vitrine Filmes)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Com uma estética ruralista que se aproxima a </span><a href="https://personaunesp.com.br/bacurau-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Bacurau</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> (2019), a obra de Davi Pretto carrega muito suspense e mistério, que fazem parte da construção narrativa, criando uma atmosfera de tensão e expectativa no espectador. Personificando os trabalhadores rurais através de atos vampirescos, os zumbificando e deixando à mercê de seu patrão – que explora sua mão de obra –, os moradores da pequena cidade se veem em uma posição que remete a escravidão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sobrepondo o peso de que “</span><i><span style="font-weight: 400;">a mentira corrói a alma de quem mente</span></i><span style="font-weight: 400;">”, a Fotografia de Luciana Baseggio adota um tom sombrio, com cores escuras e elementos filmados pela câmera que nos deixam desconfortáveis. Apesar de ter uma ótima trama, seu ritmo delibera sua atmosfera e acaba tornando-a muito lenta, o que deixa a desejar em determinados </span><i><span style="font-weight: 400;">frames </span></i><span style="font-weight: 400;">do longa, abrindo abas para a falta de clareza e </span><a href="https://cinepop.com.br/critica-continente-terror-rural-com-ares-vampirescos-festival-do-rio-2024-580762/"><span style="font-weight: 400;">entendimentos</span></a><span style="font-weight: 400;"> de certos acontecimentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Através de componentes que remetem a </span><a href="https://www.planocritico.com/critica-desejo-e-obsessao-2001/"><i><span style="font-weight: 400;">Desejo e Obsessão</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> (2001) de Claire Denis, a sonoridade é o que mais chama atenção dentro de </span><i><span style="font-weight: 400;">Continente</span></i><span style="font-weight: 400;">. O prazer no apetite voraz dos personagens pelo sangue e o perturbador ‘acordo’ que os moradores possuem com dono da grande propriedade cumprem com seu objetivo de abordar um lado feroz e metafórico, ressaltando a crítica sobre  ‘dar o sangue pelo trabalho’ feita pelo longa.  </span></p>
<figure id="attachment_34256" aria-describedby="caption-attachment-34256" style="width: 770px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-34256" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image3-7.png" alt="Cena do filme Continente. Na imagem vemos Amanda olhando para o horizonte. Amanda, mulher branca de cabelos castanhos, usa camisa de botão bege. Ela está olhando através de uma janela à sua esquerda. Ao fundo é possível observar o interior de sua casa." width="770" height="434" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image3-7.png 770w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image3-7-768x433.png 768w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34256" class="wp-caption-text">A produção do filme teve colaboração de cinco países (Foto: Vitrine Filmes)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de buscar um apelo para o lado visceral do Cinema, </span><i><span style="font-weight: 400;">Continente </span></i><span style="font-weight: 400;">apresenta uma história um tanto </span><a href="https://conectageek.com.br/critica-continente/"><span style="font-weight: 400;">macabra</span></a><span style="font-weight: 400;"> e selvagem. Em um ato metafórico e explícito que caminha entre a persistência de um sistema hierárquico e as marcas do colonialismo, o longa se sobrepõe como uma excelente produção de horror brasileira.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Continente </span></i><span style="font-weight: 400;">entrega um enredo profundo, em que as relações de poder são tanto elementos de conflito quanto de reflexão, ecoando as vozes do presente e do passado em um Brasil que é, ao mesmo tempo, uma </span><a href="https://enlatado.com.br/tag/davi-pretto/"><span style="font-weight: 400;">herança</span></a><span style="font-weight: 400;"> e uma prisão. Os símbolos e valores se rompem em um grande mar de sangue, nos deixando uma reflexão: no fim, quem suga o sangue de quem?</span></p>
<div class="jetpack-video-wrapper"><iframe loading="lazy" title="CONTINENTE | Trailer Oficial" width="840" height="473" src="https://www.youtube.com/embed/7FqR9GOCFyM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Às vezes, nós não Precisamos Falar…</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 22:00:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Vitória Borges Nenhuma visão de mundo é igual. É isso que a produção brasileira Precisamos Falar mostra. O longa, exibido na seção Mostra Brasil da 48ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, aborda os limites da moralidade e acompanha as turbulências no relacionamento intrafamiliar de duas famílias do Rio de Janeiro. Inspirado no livro &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/precisamos-falar-critica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Às vezes, nós não Precisamos Falar…"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_34235" aria-describedby="caption-attachment-34235" style="width: 770px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-34235" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image1-9.png" alt="Cena do filme Precisamos Falar. Na imagem vemos Sandra e Paulo pensando em algo. Sandra, mulher branca com cabelos castanhos, veste um top azul e corta-vento cinza, seus cabelos estão presos em um rabo de cavalo. Celso, homem branco com barba e cabelos grisalhos, veste uma camisa de botão listrada branca e vinho. Ao fundo dos dois é possível ver uma geladeira." width="770" height="529" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image1-9.png 770w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image1-9-768x528.png 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34235" class="wp-caption-text">Precisamos Falar aborda negacionismo e narcisismo (Foto: Conspiração Filmes)</figcaption></figure>
<p><b>Vitória Borges</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nenhuma visão de mundo é igual. É isso que a produção brasileira </span><i><span style="font-weight: 400;">Precisamos Falar</span></i><span style="font-weight: 400;"> mostra. O longa, exibido na seção Mostra Brasil da </span><a href="https://personaunesp.com.br/tag/48a-mostra-internacional-de-cinema-em-sao-paulo/"><span style="font-weight: 400;">48ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo</span></a><span style="font-weight: 400;">, aborda os limites da moralidade e acompanha as turbulências no relacionamento intrafamiliar de duas famílias do Rio de Janeiro. Inspirado no livro </span><i><span style="font-weight: 400;">O Jantar</span></i><span style="font-weight: 400;">, de Herman Koch, o filme mostra a reflexão sobre até onde os pais vão para proteger seus filhos.</span></p>
<p><span id="more-34234"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Produzido por Pedro Waddington e Rebeca Diniz, o </span><i><span style="font-weight: 400;">thriller </span></i><span style="font-weight: 400;">psicológico</span> <span style="font-weight: 400;">explora o pior do alto escalão da classe média carioca. Acompanhando os casais Sandra (</span><a href="https://istoe.com.br/marjorie-estiano-celebra-novo-trabalho-com-alexandre-nero-e-critica-personagem-negacionista/"><span style="font-weight: 400;">Marjorie Estiano</span></a><span style="font-weight: 400;">) e Paulo (Alexandre Nero), e Celso (Emílio de Mello) e Anna (Hermila Guedes), a trama gira em torno da descoberta de um terrível homicídio cometido por seus filhos adolescentes – o que acaba ocasionando tensões nas relações das famílias.</span></p>
<figure id="attachment_34236" aria-describedby="caption-attachment-34236" style="width: 574px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-34236" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image2-10.png" alt="Cena do filme Precisamos Falar. Na imagem vemos Jefferson e Rick caminhando em um parque. Jefferson, adolescente negro com cabelo preto, usa blusa manga longa verde, calça preta e um tênis branco. Rick, adolescente branco de cabelos castanhos, veste camisa xadrez, calça e tênis ambos preto. Os dois estão caminhando de costas para a câmera." width="574" height="324" /><figcaption id="caption-attachment-34236" class="wp-caption-text">A dupla Jefferson e Rick procura incriminar o primo Michel (Foto: Conspiração Filmes)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Abordando a </span><a href="https://telaviva.com.br/29/08/2023/conspiracao-filmes-roda-o-longa-precisamos-falar-sobre-nossos-filhos/"><span style="font-weight: 400;">banalidade do mal</span></a><span style="font-weight: 400;">, sobre os direitos humanos para humanos direitos, o longa nos convida a uma dolorosa introspecção sobre a natureza da nossa responsabilidade. Apesar de tratar de um assunto muito batido e que bate sempre na mesma tecla de ‘criticar a elite brasileira’, a produção de Waddington e Diniz foi bastante perspicaz ao abordar o negacionismo justamente em um período pós-governo bolsonarista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A maturidade artística dos atores mais novos de </span><i><span style="font-weight: 400;">Precisamos Falar</span></i><span style="font-weight: 400;"> propõe uma construção muito bem interpretada, já os adultos deixam um pouco a desejar. O personagem de Alexandre Nero é intragável, um homem nazifacista que é contra todos os direitos da população pobre, que se vê na posição de julgar o que acha certo e errado dentro da sociedade. Já o núcleo adolescente da produção contempla um </span><a href="https://www.adorocinema.com/filmes/filme-1000011295/criticas-adorocinema/"><span style="font-weight: 400;">desenvolvimento</span></a><span style="font-weight: 400;"> excelente, além de alimentar a curiosidade do público sobre os acontecimentos da trama. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apostando em ângulos que enfatizam o desconforto moral dos personagens, o longa permite a escolha de uma narrativa que contemple a incerteza. Em meio a diversas chantagens, a cultura contemporânea brasileira é apresentada de forma extremamente provocativa e fragmentada. Como em</span> <a href="https://personaunesp.com.br/taxi-driver-completa-40-anos-permanece-extremamente-atual/"><i><span style="font-weight: 400;">Taxi Driver &#8211; Motorista de Táxi</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> (1976), a ‘libertação’ que Michel (Thiago Voltolini) tanto fala e reproduz está pautada no seu senso de exclusão e eliminação do outro, como um paradoxo aos pactos conservadores de direita, que utilizam de atos de violência como forma de ‘limpar’ o ambiente ao seu redor.</span></p>
<figure id="attachment_34237" aria-describedby="caption-attachment-34237" style="width: 574px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-34237" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image3-5.png" alt="Cena do filme Precisamos Falar. Na foto vemos Rick, Anna e Celso se despedindo. Rick, adolescente branco com cabelos castanhos, veste um moletom cinza e em suas costas carrega uma mochila preta. Anna, mulher branca de cabelos castanhos, veste uma camisa clara. Sua mão esquerda segura o peito de seu filho Rick. Celso, homem branco com barba e cabelos grisalhos, veste uma camiseta cinza sobreposta por uma camisa de botões azul. Anna e Celso estão se despedindo de Rick. No fundo é possível ver uma parede branca com um quadro ao centro." width="574" height="383" /><figcaption id="caption-attachment-34237" class="wp-caption-text">O filme estreou no Festival do Rio em 2024 (Foto: Conspiração Filmes)</figcaption></figure>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Precisamos Falar</span></i><span style="font-weight: 400;"> encara o lado direitista, negacionista e narcisista da população brasileira. A obra, que causa </span><a href="https://caras.com.br/atualidades/marjorie-estiano-retrata-relacoes-familiares-no-cinema-uma-provocacao.phtml"><span style="font-weight: 400;">desconforto</span></a><span style="font-weight: 400;"> no espectador do início ao fim,  vai além do entretenimento e nos faz questionar sobre até que ponto a impunidade é dada às riscas para o ser humano. O que nos resta, é esperar sentados e aguardar por uma resposta. Afinal, “</span><i><span style="font-weight: 400;">a verdade ama se esconde</span></i><span style="font-weight: 400;">r” – como mostra o </span><i><span style="font-weight: 400;">slogan </span></i><span style="font-weight: 400;">do filme.</span></p>
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