<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>Arquivos O Vazio de Domingo à Tarde &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
	<atom:link href="http://personaunesp.com.br/tag/o-vazio-de-domingo-a-tarde/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://personaunesp.com.br/tag/o-vazio-de-domingo-a-tarde/</link>
	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Nov 2023 12:15:56 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.4</generator>

<image>
	<url>http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/08/cropped-icon-certo-cristo-32x32.png</url>
	<title>Arquivos O Vazio de Domingo à Tarde &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
	<link>https://personaunesp.com.br/tag/o-vazio-de-domingo-a-tarde/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">119746480</site>	<item>
		<title>Não há nada de vazio em um Domingo à Tarde</title>
		<link>http://personaunesp.com.br/o-vazio-de-domingo-a-tarde-critica/</link>
					<comments>http://personaunesp.com.br/o-vazio-de-domingo-a-tarde-critica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2023 12:15:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[2023]]></category>
		<category><![CDATA[47ª Mostra Internacional de Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Eliza Chaves]]></category>
		<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[André Carvalheira]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Cobertura]]></category>
		<category><![CDATA[Cristiane Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Erom Cordeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Filme Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gisele Frade]]></category>
		<category><![CDATA[Goiás]]></category>
		<category><![CDATA[Gustavo Galvão]]></category>
		<category><![CDATA[Metalinguagem]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra de SP]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra Internacional de Cinema em São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[O Vazio de Domingo à Tarde]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Salerno de Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Thaís Mallon]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Brasília]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://personaunesp.com.br/?p=31801</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guilherme Machado Leal A metalinguagem é uma das formas de se contar histórias no audiovisual. A partir dela, discussões sobre a arte dentro da arte são inúmeras e não possuem uma maneira específica de abordagem. Por exemplo, em Pânico 3, os personagens gravam um filme slasher enquanto vivenciam o subgênero em suas vidas pessoais. As &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/o-vazio-de-domingo-a-tarde-critica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Não há nada de vazio em um Domingo à Tarde"</span></a></p>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/o-vazio-de-domingo-a-tarde-critica/">Não há nada de vazio em um Domingo à Tarde</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_31803" aria-describedby="caption-attachment-31803" style="width: 1999px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-31803" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/11/image2-1.png" alt="Cena do filme O Vazio de Domingo à Tarde. Na imagem, Gisele Frade, uma mulher branca que interpreta Mônica, retira a  maquiagem em frente a um espelho com moldura branca. Ao lado direito do espelho, há fotos do rosto de Mônica com hematomas. Além disso, há uma taça de vidro e um demaquilante para a remoção da maquiagem na mesa em que a personagem está. " width="1999" height="961" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/11/image2-1.png 1999w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/11/image2-1-800x385.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/11/image2-1-1024x492.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/11/image2-1-768x369.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/11/image2-1-1536x738.png 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/11/image2-1-1200x577.png 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-31803" class="wp-caption-text">O longa-metragem, presente na 47ª Mostra Internacional de Cinema, marca a estreia de Gisele Frade como atriz nas telonas (Foto: André Carvalheira)</figcaption></figure>
<p><b>Guilherme Machado Leal</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A metalinguagem é uma das formas de se contar histórias no audiovisual. A partir dela, discussões sobre a arte dentro da arte são inúmeras e não possuem uma maneira específica de abordagem. Por exemplo, em </span><a href="https://personaunesp.com.br/panico-6-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Pânico</span></i><span style="font-weight: 400;"> 3</span></a><span style="font-weight: 400;">, os personagens gravam um filme </span><i><span style="font-weight: 400;">slasher</span></i><span style="font-weight: 400;"> enquanto vivenciam o subgênero em suas vidas pessoais. As narrativas autorreferenciais são importantes porque tiram o foco do exterior e priorizam o processo de criação em detrimento à finalidade dele. É nesse lugar que </span><i><span style="font-weight: 400;">O Vazio de Domingo à Tarde</span></i><span style="font-weight: 400;">, dirigido por </span><a href="https://www.gustavogalvao.com/"><span style="font-weight: 400;">Gustavo Galvão</span></a><span style="font-weight: 400;">, se encontra. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O longa, que estreou na seção Mostra Brasil da </span><a href="https://personaunesp.com.br/tag/mostra-internacional-de-cinema-em-sao-paulo/"><span style="font-weight: 400;">47ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo</span></a><span style="font-weight: 400;">, acompanha a história de Mônica (Gisele Frade), uma atriz conturbada com a sua carreira e vida pessoal, que se entrelaçam e a tornam uma só. Tendo como ponto de partida a sua relação com o trabalho, a personagem trava uma batalha interna entre o seu eu pessoal e o lugar de prestígio que ocupa no imaginário daqueles que a admiram. Nesse sentido, ao mesmo tempo em que a protagonista passa por essa jornada, Kelly (Ana Eliza Chaves), uma adolescente que almeja o estrelato, possui a artista como inspiração e fará de tudo para entrar no mundo da atuação.</span></p>
<p><span id="more-31801"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao concentrar o foco narrativo em duas tramas, Gustavo Galvão e </span><a href="https://mulhernocinema.com/entrevistas/cristiane-oliveira-sobre-a-primeira-morte-de-joana-me-interessa-investigar-o-que-se-da-na-intimidade/"><span style="font-weight: 400;">Cristiane Oliveira</span></a><span style="font-weight: 400;">, escritores do filme, discutem as perspectivas da fama em diferentes etapas da vida. Mônica está cansada dos roteiros genéricos que recebe: a comédia pastelão e o melodrama exacerbado em novelas não são mais agradáveis ao seu olhar. Ela quer um divisor de águas em sua carreira, algo que a afirme como atriz. De maneira semelhante, a jovem do interior de Goiás é metaforicamente a versão crua e despreparada da veterana, mostrando aos espectadores o lado obscuro e nada romantizado do que é ser ator.</span></p>
<figure id="attachment_31805" aria-describedby="caption-attachment-31805" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-31805" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/11/image4.png" alt="Cena do filme O Vazio de Domingo à Tarde. Na imagem, Ana Eliza Chaves, mulher branca e intérprete da personagem Kelly, está apreensiva e sentada de frente para uma pessoa em um galpão abandonado. " width="750" height="360" /><figcaption id="caption-attachment-31805" class="wp-caption-text">O Vazio de Domingo à Tarde é o primeiro filme da carreira promissora de Ana Eliza Chaves, graduanda em Audiovisual pela Universidade de Brasília (UNB) (Foto: André Carvalheira)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Ambientado no centro-oeste brasileiro, o longa ganha destaque por sair do eixo São Paulo-Rio e, dessa forma, levar o público a conhecer uma outra faceta do </span><a href="https://www.itaucultural.org.br/secoes/colunistas/cinema-brasileiro-desafio-chegar-grande-publico"><span style="font-weight: 400;">Cinema nacional</span></a><span style="font-weight: 400;">. Com a produção também realizada aos arredores da região, a fotografia de André Carvalheira capta com maestria tanto as paisagens naturais &#8211; a vegetação do cerrado, por exemplo &#8211; quanto às locações urbanas: Brasília, mais especificamente a Universidade de Brasília (UNB), que serviu como cenário para a trama. Além disso, os momentos de aflição vividos pelas protagonistas são devidamente compreendidos através do jogo de cores </span><i><span style="font-weight: 400;">neon</span></i><span style="font-weight: 400;"> que compõem a direção de arte.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que torna </span><i><span style="font-weight: 400;">O Vazio de Domingo à Tarde</span></i><span style="font-weight: 400;"> tão único no tema que aborda é a sua independência, dentro e fora das câmeras. Os roteiristas não poupam críticas aos acontecimentos que marcaram o país nos últimos anos: a </span><a href="https://www.brasildefato.com.br/2021/09/30/gestao-da-cultura-do-governo-bolsonaro-e-considerada-a-pior-das-ultimas-decadas-dizem-artistas"><span style="font-weight: 400;">desvalorização</span></a><span style="font-weight: 400;"> da cultura no governo de Jair Bolsonaro, uma piada inteligente com o jeito Record de contar histórias e o modo como as gravações de uma novela são exaustivas para os atores são algumas das feridas que o longa toca em 94 minutos. Pela sua autonomia, tais reflexões tiram o espectador da sua concepção do que é o audiovisual brasileiro. Assim, a metalinguagem assume um papel de fio-condutor da história, mas também serve como um chamariz para despertar curiosidade em uma trama inicialmente simples, mas substancial em sua totalidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda que seja um filme essencialmente dramático, a obscuridade e a morbidez dão um tom especial para o gênero ao ter cenas desconfortáveis e angustiantes, o caracterizando como uma espécie de suspense a partir das experiências traumáticas pelas quais as personagens passam. Por esse lado, no terceiro ato, Mônica atinge o ápice do seu desgaste artístico ao ser colocada em um </span><a href="https://www.uol.com.br/splash/noticias/2022/05/10/atriz-do-filme-azul-e-a-cor-mais-quente-diz-que-gravacoes-foram-insanas.htm"><span style="font-weight: 400;">método desumano</span></a><span style="font-weight: 400;"> de atuação por um diretor sádico, mas ‘talentoso’. Interpretado por Roberto Salerno de Oliveira, o personagem mostra que, para estar no topo, esse mundo exige o abandono da individualidade em nome da arte. O problema é que, no final do dia, antes de serem ícones, personagens, todos possuem limites. E a falta deles implica, infelizmente, na perda de sua humanidade.</span></p>
<figure id="attachment_31802" aria-describedby="caption-attachment-31802" style="width: 1999px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-31802" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/11/image1-1.png" alt="Cena do filme O Vazio de Domingo à Tarde. Na imagem, Gisele Frade, uma mulher branca que interpreta Mônica e Erom Cordeiro, homem branco que interpreta Celso, estão cabisbaixos. Ele olha tristemente para baixo enquanto ela o conforta, com as mãos em seus ombros." width="1999" height="999" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/11/image1-1.png 1999w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/11/image1-1-800x400.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/11/image1-1-1024x512.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/11/image1-1-768x384.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/11/image1-1-1536x768.png 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/11/image1-1-1200x600.png 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-31802" class="wp-caption-text">Nem a relação com o marido Celso (Erom Cordeiro) consegue fazer com que Mônica se afaste da obsessão pela carreira (Foto: André Carvalheira)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Apostando em um protagonismo 100% feminino, as atuações são o ponto de maior destaque do longa-metragem. A partir do trabalho de Gisele Frade (</span><i><span style="font-weight: 400;">Chiquititas</span></i><span style="font-weight: 400;">), o inferno vivido no consciente de uma estrela consagrada é analisado sob uma perspectiva real e condizente com as desvantagens que a exposição midiática traz. Carismática, agenciada por um bom profissional de relações públicas e amável não são modos de caracterizar a personagem principal, e isso é bom, pois desmistifica </span><a href="https://doutorjairo.com.br/leia/fa-ou-obsessao-entenda-sindrome-de-adoracao-celebridades/"><span style="font-weight: 400;">o culto à imagem</span></a><span style="font-weight: 400;"> do artista. Ao mesmo tempo em que a câmera é o lugar de evidência do talento de um ator, ela também é o registro diário de todos os seus atos, sejam eles morais ou não, levando ao questionamento interno de Mônica: “</span><i><span style="font-weight: 400;">o que sou eu e o que é a minha personagem?</span></i><span style="font-weight: 400;">”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a inocência de Kelly cruza com o caminho obscuro do jogo de poder típico da relação entre produtores e atores em começo de carreira. As atitudes da jovem possuem um objetivo final: ser aclamada como uma grande estrela. Toda a exaustão de Mônica com as injustiças do meio cultural são equiparados à determinação da adolescente em adentrar ao mesmo cenário. É como se a menina a entendesse e desejasse tudo aquilo que a veterana lutou tanto para ter. Se ao assistir a </span><a href="https://personaunesp.com.br/x-ti-west-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">X</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://personaunesp.com.br/pearl-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Pearl</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> fica claro que Maxine é uma extensão de Pearl, em </span><i><span style="font-weight: 400;">O Vazio de Domingo à Tarde</span></i><span style="font-weight: 400;">, o efeito é parecido. Unidas por um bem maior (o prestígio), a ambição de uma complementa a da outra, retroalimentando esse beco sem saída, ou melhor, as dificuldades de ser um artista.</span></p>
<figure id="attachment_31804" aria-describedby="caption-attachment-31804" style="width: 1080px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-31804" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/11/image3.png" alt="Foto de uma cena do filme O Vazio de Domingo à Tarde. Na imagem, Gisele Frade, uma mulher branca, está gravando uma cena de sua personagem Mônica." width="1080" height="720" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/11/image3.png 1080w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/11/image3-800x533.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/11/image3-1024x683.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/11/image3-768x512.png 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-31804" class="wp-caption-text">Enquanto uma não aguenta mais a câmera, a outra faz de tudo para ser vista (Foto: Thaís Mallon)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Domingos acontecem em todas semanas, mas são passageiros. A sua serenidade convive lado a lado ao frenesi de uma rotina a ser seguida nos dias posteriores, assim como, indubitavelmente, a vida de uma estrela. A calmaria não faz parte do mundo dessas pessoas e tampouco ajudará em seu trabalho. Na verdade, ela pode até aparecer, mas será passageira. Em uma visão mais pessimista, poucos irão alcançar o estado de plenitude e o estrelato, pois são ideias contrastantes. </span><i><span style="font-weight: 400;">O Vazio de Domingo à Tarde</span></i><span style="font-weight: 400;"> de forma alguma é raso. Pelo contrário, ele possui </span><a href="https://www.correiobraziliense.com.br/diversao-e-arte/2023/10/5135671-cinema-brasiliense-e-destaque-em-festivais-e-em-premiacoes.html"><span style="font-weight: 400;">identidade</span></a><span style="font-weight: 400;">, cara e coração.</span></p>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/o-vazio-de-domingo-a-tarde-critica/">Não há nada de vazio em um Domingo à Tarde</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>http://personaunesp.com.br/o-vazio-de-domingo-a-tarde-critica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">31801</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
