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	<title>Arquivos Lis Sutter &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
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	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
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		<title>Longe do humor, A Filha do Palhaço se ancora em dramas familiares</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jun 2024 19:00:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Felipe Nunes Em A Filha do Palhaço, o título engana e que bom por isso. A história, inicialmente simples sobre mais uma relação paternal problemática, se transforma em uma trama catártica cheia de reviravoltas que te prende do início ao fim e está longe de ser um drama clichê. É com Renato (Demick Lopes) e &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/a-filha-do-palhaco-critica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Longe do humor, A Filha do Palhaço se ancora em dramas familiares"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_33486" aria-describedby="caption-attachment-33486" style="width: 1920px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-33486" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image2.jpg" alt="Cena do filme A Filha do Palhaço. os atores Demick Lopes e Lis Sutter, que interpretam, respectivamente, Renato e Joana, estão presentes. Renato está no canto esquerdo, usando luvas de manga longa douradas, um colar com contas coloridas e um sutiã com enchimento. Ele está maquiado como parte da caracterização da drag Silvanelly, que interpreta todas as noites. No lado direito, encontra-se Joana. Com os cabelos amarrados, a jovem de 14 anos segura uma bolsa e sorri para o pai. Ela veste uma blusa de manga curta cinza com a estampa de um cachorro e, por baixo, uma blusa de manga longa com listras rosas e pretas. Pai e filha estão na frente de um carro." width="1920" height="1080" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image2.jpg 1920w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image2-800x450.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image2-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image2-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image2-1536x864.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image2-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-33486" class="wp-caption-text">A produção nacional teve sua primeira exibição no Cine Ceará, o Festival Ibero-americano de Cinema (Foto: Embaúba Filmes)</figcaption></figure>
<p><b>Felipe Nunes</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=53r_7P06mG4"><i><span style="font-weight: 400;">A Filha do Palhaço</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, o título engana e que bom por isso. A história, inicialmente simples sobre mais uma relação paternal problemática, se transforma em uma trama catártica cheia de reviravoltas que te prende do início ao fim e está longe de ser um drama clichê. É com Renato (</span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=flAGifgZNbM"><span style="font-weight: 400;">Demick Lopes</span></a><span style="font-weight: 400;">) e Joana (Lis Sutter) que vemos uma disfuncional relação entre pai e filha abrir portas para a polissemia da cinematografia. Da maternidade solo ao abandono parental, a obra passeia por temas delicados com uma abordagem fiel ao que se propõe. O mérito é do excelente roteiro assinado por Amanda Pontes, Michelline Helena e Pedro Diogenes.</span></p>
<p><span id="more-33484"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No filme, acompanhamos Renato e Joana se esforçando para reconstruir um vínculo que nunca existiu. Embora tentem, são estranhos um para o outro e qualquer diálogo soa tão constrangedor quanto conversas de elevador. O </span><a href="https://personaunesp.com.br/gemeas-morbida-semelhanca-critica/"><span style="font-weight: 400;">parentesco biológico</span></a><span style="font-weight: 400;"> não é capaz de suprir o descaso afetivo e é com essa premissa que todas as subtramas são ligadas. Se, por um lado, entendemos as mágoas de uma </span><a href="https://revistaft.com.br/abandono-afetivo-de-criancas-e-adolescentes-consequencias-juridicas-e-reparacoes-de-danos/#:~:text=abandonada%20pelos%20genitores.-,O%20abandono%20afetivo%20%C3%A9%20a%20aus%C3%AAncia%20de%20afeto%2C%20cuidado%2C%20prote%C3%A7%C3%A3o,autoestima%20e%20dificuldade%20de%20relacionamento."><span style="font-weight: 400;">adolescente negligenciada</span></a><span style="font-weight: 400;">, por outro, conhecemos os motivos que fizeram o patriarca jogar tudo para o ar e viver ao lado do grande amor – mesmo que isso signifique não estar na vida da primogênita. </span></p>
<figure id="attachment_33489" aria-describedby="caption-attachment-33489" style="width: 1999px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-33489" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image5.jpg" alt="Cena do filme A Filha do Palhaço. Joana está no ateliê do pai, que conta com diversas luzes coloridas, enfeites e fotos. No centro, a jovem, que está de perfil, olha para um mural de fotos. Ela é branca e tem cabelos ondulados pretos. O fundo da cena está desfocado." width="1999" height="1333" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image5.jpg 1999w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image5-800x533.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image5-1024x683.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image5-768x512.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image5-1536x1024.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image5-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-33489" class="wp-caption-text">Novata, a atriz que dá vida à protagonista nunca tinha trabalhado com artes cênicas antes do longa (Foto: Embaúba Filmes)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Na pele de uma jovem de 14 anos, Lis Sutter concentra toda a narrativa em si. A protagonista enfrenta os triviais dilemas dessa faixa etária, como a busca pela popularidade escolar e as inseguranças do primeiro amor. Seria o clássico enredo de qualquer </span><a href="http://personaunesp.com.br/de-volta-aos-15-critica/"><span style="font-weight: 400;">comédia romântica </span><i><span style="font-weight: 400;">teen</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> se ela não tivesse sido abandonada pelo pai quando era uma criança e descobrisse, anos depois, que ele deixou ela e a mãe para viver um </span><a href="http://personaunesp.com.br/o-segredo-de-brokeback-mountain-critica/"><span style="font-weight: 400;">romance</span></a><span style="font-weight: 400;"> com outro homem. Vencedor da Mostra de Cinema de Gostoso e também do Prêmio de Público na Mostra de Tiradentes, o longa-metragem se consagra por destrinchar todas essas situações a partir da aproximação da ressentida menina com o pai ausente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, Renato transita por várias versões de si próprio nos três atos. Em uma espécie de </span><a href="http://personaunesp.com.br/panico-6-critica/"><span style="font-weight: 400;">metalinguagem satírica</span></a><span style="font-weight: 400;">, o personagem, que é ator na trama, interpreta a </span><a href="https://personaunesp.com.br/drag-race-holland-2a-temp-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">drag</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> Silvanelly, um alter ego capaz de extravasar tudo o que ele sente e não tem coragem de dizer, principalmente para a filha. Com Renato, apatia, vergonha e medo imperam, ao passo que, com Silvanelly, energia, extroversão e audácia são priorizados. Na dualidade entre um e outra, uma terceira persona é criada com a fusão dos dois, afinal, eles são um só.</span></p>
<figure id="attachment_33487" aria-describedby="caption-attachment-33487" style="width: 1999px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-33487" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image3.jpg" alt="Cena do filme A Filha do Palhaço. Renato se maquia para interpretar a drag Silvanelly. O ator está com um semblante sério e passa lápis na sobrancelha. A região nasolabial e as pálpebras estão com pó branco. Atrás do ator, há um estande com algumas roupas. Ele veste um roupão com estampa florida." width="1999" height="1333" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image3.jpg 1999w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image3-800x533.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image3-1024x683.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image3-768x512.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image3-1536x1024.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image3-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-33487" class="wp-caption-text">Ainda que foque em dramas familiares, a narrativa também aborda as dificuldades de artistas independentes, músicos e atores (Foto: Embaúba Filmes)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto mostra a criação do vínculo fraternal entre os protagonistas, o filme aprofunda outras temáticas como </span><a href="https://personaunesp.com.br/heartstopper-2a-temp-critica/"><span style="font-weight: 400;">aceitação</span></a><span style="font-weight: 400;">, abandono parental, xenofobia, </span><a href="https://personaunesp.com.br/nimona-critica/"><span style="font-weight: 400;">homofobia</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://gshow.globo.com/moda-e-beleza/noticia/maternidade-solo-a-historia-de-maes-e-o-papel-da-sociedade-como-rede-de-apoio.ghtml"><span style="font-weight: 400;">maternidade solo</span></a><span style="font-weight: 400;">. Cada uma dessas subtramas é exposta de uma forma sutil, porém, isso não significa que os assuntos foram tratados com superficialidade. Em outras palavras: o roteiro balanceia com destreza todos os eixos narrativos que escolheu trabalhar, alcançando o seu auge com as pazes de Renato com a filha e a sua própria sexualidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para encontrar o lugar ao sol junto de sua “</span><i><span style="font-weight: 400;">alma gêmea</span></i><span style="font-weight: 400;">”, como o próprio define, o palhaço larga a vida que vive e passa a aproveitar o novo romance pelas belas praias cariocas. Contudo, a paixão de verão tem um final trágico. Renato não perde apenas a proximidade com a filha, como também a chance de uma longeva vida com Diogo, que morre em um acidente de trânsito pouco tempo depois do início da </span><a href="https://personaunesp.com.br/queer-eye-5a-temp-critica/"><span style="font-weight: 400;">relação homoafetiva</span></a><span style="font-weight: 400;">. A direção de Pedro Diogenes nestas sequências e em todo o longa é fina, beirando a fragilidade e a inconsistência – parâmetro que se destoa bastante de outras obras do profissional, conhecido por </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=BTchvVxi5u8"><i><span style="font-weight: 400;">Pajeú</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Fc9sDmeoVCE"><i><span style="font-weight: 400;">Inferninho</span></i></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<figure id="attachment_33488" aria-describedby="caption-attachment-33488" style="width: 1999px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-33488" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image4-1.jpg" alt="Cena do filme A Filha do Palhaço. Na parte esquerda, o ator Jesuíta Barbosa está com o rosto maquiado para parecer um palhaço e aparece fumando. Ele veste uma regata branca, calça marrom e meias de cano longo com listras rosas e pretas. Ao lado dele, no centro, está Renato com uma camisa escura e uma calça jeans clara. Renato dá colo para a filha, Joana, apoiar a cabeça. A jovem veste uma blusa cinza de manga curta e, por baixo, uma blusa de manga longa com listras laranjas e pretas. Os três estão na calçada de um bar." width="1999" height="1333" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image4-1.jpg 1999w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image4-1-800x533.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image4-1-1024x683.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image4-1-768x512.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image4-1-1536x1024.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image4-1-1200x800.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-33488" class="wp-caption-text">A Fotografia sensível e soturna presente nos momentos de solidão de Renato é escanteada nos arcos de frenesi do personagem (Foto: Embaúba Filmes)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Sob a responsabilidade de Cozilos Vitor e João Victor Barroso, a trilha sonora é uma personagem à parte. Junto ao elenco, se soma como um dos trunfos da produção cinematográfica. Com versos de ícones da Música Popular Brasileira (MPB) – a exemplo de Luiz Gonzaga, Luiza Nobel, Uirá dos Reis e Getúlio Abelha –, as canções são um elo entre os protagonistas, que passam a se aproximar através de </span><a href="https://personaunesp.com.br/os-melhores-discos-de-2023/"><span style="font-weight: 400;">gostos musicais</span></a><span style="font-weight: 400;"> semelhantes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na tentativa de tratar os temas com delicadeza, a potência de determinados arcos é prejudicada e fica aquém do que poderia ter sido, caso fosse executada com propostas mais catárticas e enérgicas. A sensação é que falta gana e intensidade em conjuntos que poderiam ter destacado mais a competência do elenco. Além da dupla de protagonistas, o filme conta ainda com as participações de Jupyra Carvalho, Ana Luiza Rios, Valéria Vitoriano e Jesuíta Barbosa, que ganhou destaque na televisão nacional ao protagonizar o </span><a href="https://personaunesp.com.br/pantanal-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">remake</span></i><span style="font-weight: 400;"> de </span><i><span style="font-weight: 400;">Pantanal</span></i></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<figure id="attachment_33485" aria-describedby="caption-attachment-33485" style="width: 1999px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-33485" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image1.jpg" alt="Cena do filme A Filha do Palhaço. No canto esquerdo, está Joana coberta por uma toalha e com os cabelos molhados. No canto direito, está Renato, sem camisa e com os cabelos molhados. Sentados na areia da praia, pai e filha estão de costas para a câmera, observando o horizonte." width="1999" height="1333" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image1.jpg 1999w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image1-800x533.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image1-1024x683.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image1-768x512.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image1-1536x1024.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image1-1200x800.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-33485" class="wp-caption-text">“Um filme que aponta para possibilidade de famílias formadas das mais diversas formas possíveis”, define o diretor Pedro Diógenes (Foto: Embaúba Filmes)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Produzido pela </span><i><span style="font-weight: 400;">Marevolto Filmes</span></i><span style="font-weight: 400;"> em parceria com a </span><i><span style="font-weight: 400;">Pique-Bandeira Filmes</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://www.ensaiocritico.com/post/a-filha-do-palhaco-cine-ceara-critica"><i><span style="font-weight: 400;">A Filha do Palhaço</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> chega aos cinemas como um daqueles longas que vai te chacoalhar e fazer refletir. Não é uma narrativa maniqueísta de um pai vilão que abandonou a filha, tampouco a de uma menina problemática que se afastou do pai. É uma </span><a href="https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2024/05/26/premiado-em-festivais-filme-cearense-a-filha-do-palhaco-se-inspira-na-vida-de-paulo-diogenes-e-homenageia-artistas-que-vivem-do-humor.ghtml"><span style="font-weight: 400;">história dramática</span></a><span style="font-weight: 400;"> que reflete a vida de vários brasileiros; são duas pessoas que escolhem se conectar para além do laço biológico que sempre vão carregar. Quando abraçam o futuro que podem criar juntos e esquecem os erros do passado, Renato e Joana finalmente se encontram. Dessa vez, para não se perderem nunca mais.</span></p>
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