<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Lily Allen &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
	<atom:link href="http://personaunesp.com.br/tag/lily-allen/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://personaunesp.com.br/tag/lily-allen/</link>
	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 13 May 2020 21:35:59 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/08/cropped-icon-certo-cristo-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Lily Allen &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
	<link>https://personaunesp.com.br/tag/lily-allen/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">119746480</site>	<item>
		<title>A atemporalidade crítica de Lily Allen: 10 anos de It’s Not Me, It’s You</title>
		<link>http://personaunesp.com.br/lily-allen-critica/</link>
					<comments>http://personaunesp.com.br/lily-allen-critica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2019 17:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Isabelle Tozzo]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Lily Allen]]></category>
		<category><![CDATA[Pop]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://personaunesp.com.br/?p=11676</guid>

					<description><![CDATA[<p>Isabelle Tozzo e Leonardo Oliveira Provavelmente 2009 foi um dos anos mais importantes para a música pop. Foi neste ano que ouvimos o álbum The Fame Monster da Gaga, em que Rihanna lançou o disco que viria a ser um dos mais significativos de sua carreira, Rated R; quando Black Eyed Peas nos apresentou a &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/lily-allen-critica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "A atemporalidade crítica de Lily Allen: 10 anos de It’s Not Me, It’s You"</span></a></p>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/lily-allen-critica/">A atemporalidade crítica de Lily Allen: 10 anos de It’s Not Me, It’s You</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_11677" aria-describedby="caption-attachment-11677" style="width: 630px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-11677" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Imagem-1.jpg" alt="" width="630" height="630" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Imagem-1.jpg 630w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Imagem-1-150x150.jpg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Imagem-1-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-11677" class="wp-caption-text">(Foto/Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Isabelle Tozzo e Leonardo Oliveira</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Provavelmente 2009 foi um dos anos mais importantes para a música <a href="http://personaunesp.com.br/?s=pop">pop</a>. Foi neste ano que ouvimos o álbum </span><i><span style="font-weight: 400;">The Fame Monster</span></i><span style="font-weight: 400;"> da </span><a href="https://personaunesp.com.br/lady-gaga-10-anos-critica/"><span style="font-weight: 400;">Gaga</span></a><span style="font-weight: 400;">, em que Rihanna lançou o disco que viria a ser um dos mais significativos de sua carreira, </span><i><span style="font-weight: 400;">Rated R; </span></i><span style="font-weight: 400;">quando Black Eyed Peas nos apresentou a sonoridade eletrônica de </span><i><span style="font-weight: 400;">The E.N.D. </span></i><span style="font-weight: 400;">e que dançamos com a chiclete </span><i><span style="font-weight: 400;">Tik Tok </span></i><span style="font-weight: 400;">da Kesha. Grandes sucessos da época, depois de anos de saturação, hoje já nos traz um gostinho de nostalgia e até nos faz pensar “o pop era incrível e a gente não sabia”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste mesmo ano, a crítica britânica só tinha olhares para uma pessoa: Lily Allen. E não à toa. Com </span><i><span style="font-weight: 400;">It’s Not Me, It’s You</span></i><span style="font-weight: 400;">, a inglesa nos mostrou como ser crítica, engraçada e única. Seu som conseguiu passar pelos anos sem tanto desgaste e isso o proporcionou a primazia de não ficar datado.</span></p>
<p><span id="more-11676"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lily tem a língua afiada como a espada de um samurai, e isso não fez o início de sua carreira mais fácil, porém foi e ainda é a pedra fundamental para seu sucesso como artista. Quando apenas era uma jovem adulta, trouxe ao mundo um álbum de estúdio que mesmo muito tempo tendo se passado, suas letras ainda se mostram pertinentes e muito atuais.</span></p>
<div class="jetpack-video-wrapper"><iframe title="Lily Allen | Not Fair (Official Video)" width="840" height="630" src="https://www.youtube.com/embed/fUYaosyR4bE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de lançar seu segundo disco, Lily declarou que iria reinventar sua carreira. A afirmação foi controversa, já que, até então, a cantora possuía apenas um álbum. </span><i><span style="font-weight: 400;">It’s Not Me, It’s You </span></i><span style="font-weight: 400;">não modificou o que Allen fazia até então. Pelo contrário, trouxe uma continuação aguçada da temática de </span><i><span style="font-weight: 400;">Alright, Still</span></i><span style="font-weight: 400;"> deixando apenas as influências do reggae de lado e trazendo um eletropop com pitadas de country. As letras de humor ácido permaneceram, o que viria a ser a característica mais marcante de seu trabalho até hoje.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Letras que refletiam uma garota de muita personalidade e que apesar de jovem já tinha vivido poucas e boas. As composições que em sua maioria é assinada por Allen e Greg Kurstin, não abusam de metáforas, mostrando que a cantora não faz questão de ficar floreando muito o que tem à dizer. Mesmo temas tão universais sendo abordados, </span><i><span style="font-weight: 400;">It’s Not Me, It’s You</span></i><span style="font-weight: 400;"> é primeiramente um trabalho íntimo e pessoal. Tratar de drogas, relações familiares e românticas é sempre a máxima para trabalhos mais íntimos dentro do pop. Porém, Lily traz isso como característica de seu trabalho e sem a pretensão de chocar o mundo. Ela vem pra falar suas verdades e mostrar suas opiniões.</span></p>
<figure id="attachment_11678" aria-describedby="caption-attachment-11678" style="width: 500px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-11678" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Imagem-2.jpg" alt="" width="500" height="666" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Imagem-2.jpg 500w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Imagem-2-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 500px) 85vw, 500px" /><figcaption id="caption-attachment-11678" class="wp-caption-text">Previsto para 2008, o álbum atrasou em um ano devido a um aborto sofrido pela cantora (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Falar do que ela vivia era (e ainda é) falar diretamente da sociedade, e o que impressiona é que a realidade pouco mudou. As relações tóxicas e machistas ainda continuam, a medicalização como solução para os problemas está a todo vapor e as pessoas de pensamento “medieval” parecem só aumentar. Fuck You, poderia estar em uma carta endereçada ao presidente da república sem parecer ter sido escrita a mais de 10 anos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sua fama de irônica é sem dúvidas mais que merecida. Quem é pego pela sonoridade, se desavisado ou pouco atento, pode vir a achar que as músicas da londrina são apenas divertidas e alegres, de batidas muitas vezes rápidas e enérgicas, porém nem de longe elas por si só são capazes de entregar claramente as intenções da artista que une a densidade lírica à leveza melódica para entregar a quem a escuta um produto cheio de nuances e muito inteligente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Através desses anos, vimos muitos artistas do pop </span><i><span style="font-weight: 400;">mainstream</span></i><span style="font-weight: 400;"> se politizarem e abordarem temas altamente relevante em seus trabalhos, porém Lily Allen já trilha esse caminho a quase duas décadas. E enquanto eles corriam atrás, ela já era atemporal. Sua forma sarcástica de fazer críticas sociais ou contar detalhes de seus relacionamentos em </span><i><span style="font-weight: 400;">It’s Not Me, It’s You</span></i><span style="font-weight: 400;"> geram identificação com quem ouve. Lily encara a vida com ironia e deboche na medida certa. Algo como uma transa ruim que depois te proporciona muitas risadas entre amigos e a aceitação de que a vida é assim mesmo.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: It&#039;s Not Me, It&#039;s You (Special Edition)" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/album/4igqw0NNmYEsOVU4zeu1LG"></iframe></p>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/lily-allen-critica/">A atemporalidade crítica de Lily Allen: 10 anos de It’s Not Me, It’s You</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>http://personaunesp.com.br/lily-allen-critica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">11676</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
