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	<title>Arquivos June Squibb &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
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	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
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		<title>A Incrível Eleanor: envelhecer também é viver; uma reflexão sobre amor e luto</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Nov 2025 13:00:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mariana Bezerra  A Incrível Eleanor, estreia de Scarlett Johansson na direção, foi lançado no início de 2025 no Festival de Cannes. Ainda sem data de lançamento nos cinemas nacionais, a primeira sessão do longa, no Brasil, aconteceu na 49ª Mostra de Cinema de São Paulo, como parte da seção Apresentação Especial. Como já ocorreu com &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/a-incrivel-eleanor-critica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "A Incrível Eleanor: envelhecer também é viver; uma reflexão sobre amor e luto"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_36109" aria-describedby="caption-attachment-36109" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-36109" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image3-17-800x419.png" alt="Cena do filme A Incrível Eleanor.Na imagem, aparece Eleanor, uma mulher branca, idosa, de cabelos brancos, ​​que está sentada em uma lanchonete, usando um casaco rosa e uma blusa verde-azulada. Ela está com as mãos apoiadas sobre a mesa e olha para o lado parecendo pensativa. À sua frente há dois copos grandes de refrigerante. Ao fundo, há mesas e cadeiras vermelhas e pretas. " width="800" height="419" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image3-17-800x419.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image3-17-1024x536.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image3-17-768x402.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image3-17.png 1050w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-36109" class="wp-caption-text">Após mais de uma década morando com sua amiga na Flórida, Eleanor volta para Nova Iorque e questiona sua relação com esse antigo, mas, também, novo lar (Fonte: Sony Pictures)</figcaption></figure>
<p><b>Mariana Bezerra </b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">A Incrível Eleanor</span></i><span style="font-weight: 400;">, estreia de Scarlett Johansson na direção, foi lançado no início de 2025 no </span><a href="https://variety-com.translate.goog/2025/film/festivals/scarlett-johansson-directorial-debut-cannes-ovation-1236391002/?_x_tr_sl=en&amp;_x_tr_tl=pt&amp;_x_tr_hl=pt&amp;_x_tr_pto=tc"><i><span style="font-weight: 400;">Festival de Cannes</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. Ainda sem data de lançamento nos cinemas nacionais, a primeira sessão do longa, no Brasil, aconteceu na </span><a href="https://personaunesp.com.br/tag/49a-mostra-internacional-de-cinema-em-sao-paulo/"><span style="font-weight: 400;">49ª Mostra de Cinema de São Paulo</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;">como parte da seção Apresentação Especial. Como já ocorreu com outras atrizes que conquistaram renome na frente das câmeras, Johansson se posicionou, pela primeira vez, por trás delas. Aqui, a estrela de Hollywood concede um respiro às próprias personagens e se aventura em uma função responsável por orquestrar um resultado belíssimo, que surpreende pela delicadeza e pela simplicidade. </span><span id="more-36107"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A protagonista que dá nome ao filme é uma senhora de 94 anos interpretada pela talentosíssima June Squibb </span><i><span style="font-weight: 400;">(</span></i><a href="https://veja.abril.com.br/coluna/veja-recomenda/thelma-diverte-com-trama-nada-cliche-sobre-os-desafios-do-envelhecimento/"><i><span style="font-weight: 400;">Thelma</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">– </span><i><span style="font-weight: 400;">2024)</span></i><span style="font-weight: 400;">. Ao lado de Bessy (Rita Zohar) – uma mulher judia e polonesa, sobrevivente do </span><a href="https://personaunesp.com.br/anne-frank-vidas-paralelas-critica/"><span style="font-weight: 400;">Holocausto</span></a><span style="font-weight: 400;"> – melhor amiga e colega de apartamento de Eleanor, elas formam uma dupla carismática e sem papas na língua. As duas provocam uma onda de gargalhadas contagiante logo nos primeiros cinco minutos de filme. Para além da comicidade, as grandes amigas carregam a beleza de uma relação entre mulheres que já atravessaram muitas fases da vida. Elas perderam seus maridos, estão lidando com a distância dos filhos e com o processo de envelhecimento, mas fazem tudo isso juntas, como se fossem duas adolescentes, até o momento em que Eleanor precisa lidar com a morte de Bessy. O ponto de partida da história, por si só, já aponta para algo que precisa de uma sensibilidade no roteiro, uma direção atenta, além de um elenco extraordinário para funcionar e, </span><a href="https://youtu.be/gbSfCR6giAg?si=fMBPpcLZI4KHWjim&amp;t=94"><i><span style="font-weight: 400;">Eleanor the Great</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, no original, definitivamente cumpre todos os requisitos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sozinha no apartamento que antes era um lar compartilhado com a sua ‘família escolhida’, a protagonista se vê forçada a sair da Flórida e voltar a Nova Iorque para morar com a sua filha. A grande questão é que o texto, de Tory Kamen, é cirúrgico ao expressar o retrato extremamente comum de uma </span><a href="https://personaunesp.com.br/a-filha-perdida-critica/"><span style="font-weight: 400;">mãe</span></a><span style="font-weight: 400;"> que se distancia da filha durante a velhice, e de familiares que escolhem delegar a sua relação aos laços sanguíneos. E, quando isso acontece, é a estranheza que se manifesta. Nesse sentido, o ambiente também é um elemento que envolve conexão. Assim, os poucos cenários do longa oscilam entre os íntimos a Eleanor e os estranhos: aqueles que ela não conhecia e com os quais precisa se acostumar de uma hora para outra, uma dinâmica interessante que não passa despercebida.</span></p>
<figure id="attachment_36110" aria-describedby="caption-attachment-36110" style="width: 710px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-36110" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image1-17.png" alt="Cena do filme A Incrível Eleanor.À esquerda está Bessy, uma mulher judia, que tem os cabelos esbranquiçados e usa um óculos pequeno e veste um roupão rosa claro. Ao seu lado está Eleanor, uma senhora branca de cabelos brancos, que estão enrolados e presos com bobs. Ela veste uma roupa de pijama azul claro. Elas estão de frente uma para outra e rindo juntas. Ambas estão sentadas em uma mesa redonda na cozinha, que contém armários de madeira e utensílio na bancada ao fundo. " width="710" height="480" /><figcaption id="caption-attachment-36110" class="wp-caption-text">A narrativa concede a devida atenção e trata com sensibilidade o luto da protagonista (Fonte: Sony Pictures)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto tenta processar o luto, a protagonista, acidentalmente, acaba em um grupo de apoio a sobreviventes do Holocausto. Nesse momento, sem entender o que estava acontecendo, ela se depara com pessoas que querem ouvi-la e isso era tudo o que ela gostaria de saber. Assim, brilhantemente, </span><a href="https://veja.abril.com.br/coluna/em-cartaz/june-squibb-a-atriz-que-alcancou-o-sucesso-apos-os-90-anos/"><span style="font-weight: 400;">June Squibb</span></a><span style="font-weight: 400;">, no auge dos seus 95 anos, põe na tela uma personagem complexa, que carrega a irreverência trazida pela longevidade sem que isso a torne caricata. A atriz, inclusive, </span><a href="https://youtu.be/O3WOe7UJvpM?si=M8_JewQUstlP282b&amp;t=83"><span style="font-weight: 400;">comenta</span></a><span style="font-weight: 400;">, em uma entrevista da </span><i><span style="font-weight: 400;">NBC News</span></i><span style="font-weight: 400;">, que um dos aspectos que mais a interessou no roteiro foi a forma como ele “</span><i><span style="font-weight: 400;">não ri da idade</span></i><span style="font-weight: 400;">”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante dessa possibilidade que parece tão tentadora de receber acolhimento, ao ser questionada sobre a sua experiência como sobrevivente, a personagem de Squibb começa a contar sobre a vida de Bessy como se fosse a sua. A protagonista parece, inconscientemente, tentar resgatar a presença da amiga ao materializar as suas lembranças para os colegas do grupo. Antes de migrar para os Estados Unidos, onde conheceu Eleanor, a polonesa foi escravizada, junto com o irmão, em um </span><a href="https://personaunesp.com.br/zona-de-interesse-critica/"><span style="font-weight: 400;">campo de concentração</span></a><span style="font-weight: 400;">. Eles conseguiram fugir, mas o menino foi morto a tiros – 14, mais precisamente. As feridas abertas de um dos eventos mais cruéis da história da humanidade são retratadas de forma intensa sem que seja necessário mostrar soldados nazistas, armas e câmaras de gás. A narrativa e a memória são potências suficientes aqui. Esse é um tema que alude à herança familiar de Johansson e com o qual ela já trabalhou anteriormente como atriz, como é o caso do filme </span><a href="https://variety.com/2019/artisans/production/jojo-rabbit-production-team-nazi-germany-1203374480/"><i><span style="font-weight: 400;">Jojo Rabbit</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">(2019)</span><i><span style="font-weight: 400;">,</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Taika Waititi.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A vida de Bessy, contada por Eleanor, chama a atenção de Nina (</span><a href="https://personaunesp.com.br/falcao-e-o-soldado-invernal-critica/"><span style="font-weight: 400;">Erin Kellyman</span></a><span style="font-weight: 400;">) uma jovem escritora, também de ascendência judia, que está cursando uma disciplina de jornalismo e decide usar o grupo de apoio como tema de um artigo. Muito rapidamente, ela se aproxima da protagonista, que, no início, precisa fingir ser tímida para recusar as tentativas de contato da estudante. Até porque, de tímida, Eleanor não tem nada. E como disse seu neto, Max (Will Price), ela viverá por volta de 100 anos. A impressão que fica é que ela fará isso de forma leve, justamente porque não carrega palavras não ditas dentro de si. No que diz respeito à morte, se ela é inevitável, falar a respeito é crucial para os que ficam.</span></p>
<figure id="attachment_36112" aria-describedby="caption-attachment-36112" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-36112" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image2-15-800x600.png" alt="Cena do Filme A Incrível Eleanor.Eleanor, uma mulher idosa de pele e cabelos brancos e expressão alegre, vestindo um casaco rosa e uma máscara de dormir na testa. Ela está de frente a Nina, uma mulher mais jovem de cabelos cacheados ruivos e jaqueta marrom claro. Ambas estão ao lado de um carro, em um movimento de desembarque " width="800" height="600" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image2-15-800x600.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image2-15-1024x768.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image2-15-768x576.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image2-15-1536x1152.png 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image2-15-1200x900.png 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image2-15.png 1600w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-36112" class="wp-caption-text">Em uma das poucas cenas externas, Nina surpreende Eleanor com uma visita à Coney Island, um lugar afetivo para a mais velha ( Fonte: Sony Pictures)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto a jovem tateava no escuro tentando encontrar a melhor maneira de lidar com o luto, seu pai escolheu nem sequer admitir a existência dele. Roger (</span><a href="https://personaunesp.com.br/a-volta-de-bridget-jones-em-louca-pelo-garoto-mostra-que-da-para-fazer-um-cliche-gostoso-em-2025/"><span style="font-weight: 400;">Chiwetel Ejiofor)</span></a><span style="font-weight: 400;"> é um jornalista famoso e renomado, que se afogou na vida profissional após a perda da esposa, o que tornou a sua filha ainda mais solitária e perdida diante da dor. Portanto, o laço de amizade com a personagem principal é algo ainda mais valioso e revolucionário para o processo de adaptação a uma realidade tão difícil de encarar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando a verdade sobre a vida dupla de Eleanor vem à tona, a narrativa se volta completamente para o sofrimento das envolvidas e quase nada para as consequências da mentira da protagonista. Esse aspecto pode ter sido sim uma drástica conveniência de roteiro, que, diferente da maioria delas, funciona, pelo menos em partes. Em alguns momentos, o texto peca por não aprofundar os conflitos éticos envolvidos, especialmente em se tratando da sensibilidade de uma das vítimas. Por outro lado, a solidão e sofrimento de Nina, a outra vítima dessa situação, são muito bem explorados e esclarecem o porquê a perda da amizade de Eleanor foi muito mais intensa do que a perda da fonte </span><a href="https://personaunesp.com.br/sob-o-ceu-cinzento-critica/"><span style="font-weight: 400;">jornalística</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<div class="jetpack-video-wrapper"><iframe loading="lazy" title="&quot;The Ultimate Bestie Quiz&quot; with June Squibb &amp; Erin Kellyman | ELEANOR THE GREAT" width="840" height="473" src="https://www.youtube.com/embed/IEkzPGRpnyc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p><span style="font-weight: 400;">A narrativa usa o luto como um terreno fértil para explorar sentimentos múltiplos e confusos. Apesar de ela ter se permitido abrandar um pouco demais determinadas situações, isso é justificado com conceitos subjetivos, assim a história consegue emocionar e retratar a beleza que deseja. A direção e o roteiro usam a </span><a href="https://personaunesp.com.br/suor-critica/"><span style="font-weight: 400;">universalidade</span></a><span style="font-weight: 400;"> para refletir sobre como enxergamos as pessoas e, principalmente, as mulheres idosas ao nosso redor. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há uma belíssima relação presente no fato de a própria June estar desafiando padrões e construindo um novo capítulo profissional na casa dos 90 anos. Nesse sentido, o longa ocupa o grande espaço que é a tela do cinema com a mensagem de que seres humanos estão produzindo suas histórias a todo momento, independentemente da idade. Ainda que trate da finitude, </span><a href="https://mostra.org/filmes/a-incrivel-eleanor"><i><span style="font-weight: 400;">A Incrível Eleanor</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> vai além: a vida não acaba quando termina, mas apenas quando a nossa história deixa de ser contada. </span></p>
<div class="jetpack-video-wrapper"><iframe loading="lazy" title="ELEANOR THE GREAT | Official Trailer (2025)" width="840" height="473" src="https://www.youtube.com/embed/wZ6l2ue--KA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/a-incrivel-eleanor-critica/">A Incrível Eleanor: envelhecer também é viver; uma reflexão sobre amor e luto</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
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