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	<title>Arquivos Jordana Finkel &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
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	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
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		<title>Menos impactante que o primeiro, mas ainda valioso, Wicked: Parte II</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 13:00:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Jhenifer Oliveira Wicked: Parte II, um dos lançamentos mais esperados do ano, chega às telonas trazendo o desfecho da história que marcou a Broadway e encantou diversas pessoas em sua adaptação para o cinema. O diretor Jon M. Chu, que transformou Wicked – Ato I em uma das experiências cinematográficas mais arrebatadoras de 2024, agora &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/critica-wicked-parte-ii/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Menos impactante que o primeiro, mas ainda valioso, Wicked: Parte II"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_36461" aria-describedby="caption-attachment-36461" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-36461" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/11/image2-20-800x559.jpg" alt="Na imagem, há duas personagens: à esquerda, uma mulher de pele verde com trajes escuros e expressão séria e à direita uma mulher de pele branca com uma roupa delicada e sorrindo suavemente. As duas estão em um ambiente de luz quente olhando para o horizonte." width="800" height="559" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/11/image2-20-800x559.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/11/image2-20-1024x715.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/11/image2-20-768x537.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/11/image2-20.jpg 1145w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-36461" class="wp-caption-text">Segundo filme utiliza uma paleta de cores mais escura para marcar a virada dramática da história (Foto: Universal Pictures)</figcaption></figure>
<p><b>Jhenifer Oliveira</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Wicked: Parte II</span></i><span style="font-weight: 400;">, um dos lançamentos mais esperados do ano, chega às telonas trazendo o desfecho da história que marcou a </span><i><span style="font-weight: 400;">Broadway </span></i><span style="font-weight: 400;">e encantou diversas pessoas em sua adaptação para o cinema. O diretor Jon M. Chu, que transformou </span><a href="https://personaunesp.com.br/wicked-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Wicked – Ato I</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> em uma das experiências cinematográficas mais arrebatadoras de 2024, agora amplia esse triunfo em 2025 ao explorar o espetáculo com mais profundidade emocional e maturidade estética.</span></p>
<p><span id="more-36460"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A sequência chega um ano após o primeiro, que conquistou o público com seu impacto visual e emocional, e garantiu </span><a href="https://www.adorocinema.com/noticias/filmes/noticia-1000132884/"><span style="font-weight: 400;">duas estatuetas</span></a><span style="font-weight: 400;"> no Oscar. Esse legado brilhante cria um cenário de expectativas que se torna o ponto de partida do novo filme, exigindo que a continuação não apenas corresponda, mas também expanda o que já havia sido feito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É justamente nessas esperanças que o trabalho de Jon M. Chu se sustenta. No segundo longa, o diretor tem o grande desafio de se manter fiel ao espírito da peça original e ter a audácia visual para reinventar cenas icônicas. A iluminação nos efeitos (Alice Brooks), a encenação dos números musicais e a paleta cromática dos personagens são monumentos essenciais para dar sensação de profundidade e carga emocional que a narrativa carrega. Nesse sentido, a equipe de direção de arte (Jordana Finkel e Sarah Ginn) se destaca ao unir a magia do espetáculo ao vivo com a ambição estética das produções atuais.</span></p>
<figure id="attachment_36462" aria-describedby="caption-attachment-36462" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-36462" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/11/image1-19-800x494.jpg" alt="Duas personagens se encaram em meio a uma vila com casas, uma usa um vestido claro e volumoso, e a outra veste roupas escuras. Entre elas, há um grande cartaz com a imagem de uma bruxa e o aviso “cuidado com a bruxa má”." width="800" height="494" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/11/image1-19-800x494.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/11/image1-19-1024x632.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/11/image1-19-768x474.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/11/image1-19.jpg 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-36462" class="wp-caption-text">Muitos dos adereços de cena têm símbolos escondidos que remetem aos livros originais de Gregory Maguire (Foto: Universal Pictures)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto a direção concentra esforços no espetáculo visual, são as atuações de </span><a href="https://youtu.be/Zc5snnxJ4BA?si=O5UxR03uzYZFAulN"><span style="font-weight: 400;">Ariana Grande</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://youtu.be/W84ROnKOxqM?si=lo2ccyYusmUwpSJP"><span style="font-weight: 400;">Cynthia Erivo</span></a><span style="font-weight: 400;"> que realmente sustentam a dimensão emocional que o filme tenta alcançar. A construção de suas personagens é retratada com tanta precisão que se torna difícil dissociá-las das artistas por trás dos papéis. Ao longo da obra, a conexão e intensidade que as duas expressam é genuína, fazendo com que o público se sinta tocado a cada cena compartilhada. Ambas possuem energias e posturas diferentes, mas que se completam para dar realidade ao papel de Glinda e Elphaba. Não por acaso, elas foram indicadas no primeiro filme ao Oscar de Melhor Atriz e Melhor Atriz Coadjuvante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A trilha sonora (</span><a href="https://youtu.be/OEIfzvXbAVA?si=JG4x6JcRvf1EBr2J"><span style="font-weight: 400;">Stephen Schwartz</span></a><span style="font-weight: 400;">) funciona bem ao resgatar faixas icônicas como </span><i><span style="font-weight: 400;">No Good Deed</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">For Good</span></i><span style="font-weight: 400;">, porém o excesso de números musicais torna o desenvolvimento cansativo, já que algumas sequências poderiam ser melhores como encenações contínuas. Em partes, isso é por conta da adição das músicas </span><i><span style="font-weight: 400;">No Place Like Home</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">The Girl in the Bubble</span></i><span style="font-weight: 400;">, compostas especialmente para o longa, que surgem para suprir momentos dramáticos. Já </span><i><span style="font-weight: 400;">Thank Goodness</span></i><span style="font-weight: 400;">, presente no musical original, foi transformada em </span><i><span style="font-weight: 400;">Every Day More Wicked</span></i><span style="font-weight: 400;"> no segundo ato, o que ajuda a dar mais coerência e fluidez à narrativa. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Então deixe-me dizer antes de nos separarmos: muita coisa em mim / É feita do que eu aprendi com você.” – Wicked: For Good, 2025</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de haver algumas inconsistências que mostram a fragilidade da obra, a narrativa se dispersa ao acompanhar múltiplos personagens em cenários (Nathan Crowley) distintos, resultando em acontecimentos que passam rápido demais, sem aprofundamento real e esvaziadas do impacto intenso que deveriam carregar. A história de </span><a href="https://cbn.globo.com/cultura/noticia/2025/06/28/stephen-schwartz-explica-mudanca-na-historia-de-nessarose-em-wicked-2-queriamos-ser-respeitosos.ghtml"><span style="font-weight: 400;">Boq e Nessa</span></a> <span style="font-weight: 400;">(interpretados por Ethan Slater e Melissa Bode, respectivamente) é um grande exemplo de como o desenrolar de alguns acontecimentos são ligeiros e pouco explorados. Na peça, o enredo funciona de forma natural devido aos elementos da arte cênica e da troca imediata com o público, porém no filme se dilui em cenas que nunca se encaixam verdadeiramente no todo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, o desenvolvimento paralelo da história de Dorothy acrescenta camadas interessantes ao diálogo com </span><i><span style="font-weight: 400;">O Maravilhoso Mágico de Oz </span></i><span style="font-weight: 400;">(1904), de </span><a href="https://nanu.blog.br/baum-saga-de-oz/"><span style="font-weight: 400;">Baum</span></a><span style="font-weight: 400;">, todavia sua inclusão dentro do universo de </span><i><span style="font-weight: 400;">Wicked</span></i><span style="font-weight: 400;"> acaba soando um pouco desconexa. O longa que amplia esse mundo compartilhado deixa certos elementos excessivamente subjetivos, o que se revela confuso para quem não conhece profundamente a obra original. Essas escolhas reforçam a sensação de que o filme, apesar de sua ambição, nem sempre consegue unificar todas as suas propostas em um conjunto plenamente coeso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No fim, </span><i><span style="font-weight: 400;">Wicked: For Good</span></i><span style="font-weight: 400;"> (na língua original) se mostra menos épico e emocionante que o </span><a href="https://personaunesp.com.br/os-melhores-filmes-de-2024/"><span style="font-weight: 400;">primeiro</span></a><span style="font-weight: 400;">, mas ainda preserva sua grandiosidade visual. Embora desta vez seja mais profundo e escuro — com traços de humor e doçura menos presentes —, ele cumpre o que se propõe: concluir a história com sensibilidade suficiente para que o público compreenda a transformadora relação entre Glinda e Elphaba.</span></p>
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