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	<title>Arquivos India Fowler &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
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	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
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		<title>Rua do Medo: Rainha do Baile faz pastiche de clássicos, mas sem replicar os motivos da honraria</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 23:07:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Davi Marcelgo  O avassalador sucesso da trilogia Rua do Medo, em 2021, resultou na aposta de um quarto filme para a franquia: Rua do Medo: Rainha do Baile, dirigido por Matt Palmer. Inspirado em uma série de livros infantojuvenis de mesmo nome, a história em três partes concebida por Leigh Janiak era assumidamente uma homenagem &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/rua-do-medo-rainha-do-baile-critica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Rua do Medo: Rainha do Baile faz pastiche de clássicos, mas sem replicar os motivos da honraria"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_35292" aria-describedby="caption-attachment-35292" style="width: 774px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-35292 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/06/807935169-que-horas-estreia-rua-do-medo-rainha-do-baile-na-netflix.jpg" alt="Cena do filme Rua do Medo: Rainha do Baile Na imagem, o assassino do filme encara alguém para matar. Ele segura um machado com cabo de madeira, que está sujo de sangue na lâmina. O personagem usa uma capa de chuva vermelha e uma máscara dourada semelhante à do teatro grego. " width="774" height="435" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/06/807935169-que-horas-estreia-rua-do-medo-rainha-do-baile-na-netflix.jpg 774w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/06/807935169-que-horas-estreia-rua-do-medo-rainha-do-baile-na-netflix-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35292" class="wp-caption-text">Nova história acontece após os eventos do segundo filme da franquia (Foto: Netflix)</figcaption></figure>
<p><b>Davi Marcelgo </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O avassalador sucesso da trilogia </span><a href="https://personaunesp.com.br/rua-do-medo-1994-parte-1-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Rua do Medo</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, em 2021, resultou na aposta de um quarto filme para a franquia: </span><i><span style="font-weight: 400;">Rua do Medo: Rainha do Baile</span></i><span style="font-weight: 400;">, dirigido por Matt Palmer. Inspirado em uma série de livros infantojuvenis de mesmo nome, a história em três partes concebida por Leigh Janiak era assumidamente uma homenagem ao </span><i><span style="font-weight: 400;">slasher </span></i><span style="font-weight: 400;">e ao </span><a href="https://personaunesp.com.br/rua-do-medo-1666-parte-3-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">folk</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> à la </span><i><span style="font-weight: 400;">A24</span></i><span style="font-weight: 400;">. Ainda que as três obras tenham caído no gosto do público, nunca foram exemplares de uma boa reprodução dos códigos dos subgêneros que se inspira e esse lançamento da </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;"> segue pelo mesmo caminho. </span><span id="more-35290"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na trama, um assassino mascarado sai à caça de todas as meninas que disputam o título de rainha do baile na escola. Entre elas está Lori Granger (India Fowler), que além de um atentado contra sua vida, precisa lidar com o </span><i><span style="font-weight: 400;">bullying</span></i><span style="font-weight: 400;">. Rivalidade feminina, evento escolar e sangue derramado no ginásio soa familiar, não? O roteiro de Palmer e Donald McLeary &#8211; sem conseguir ecoar os feitos do passado &#8211; se inspira em </span><i><span style="font-weight: 400;">Carrie, a Estranha</span></i><span style="font-weight: 400;"> (1976), </span><a href="https://personaunesp.com.br/panico-25-anos/"><i><span style="font-weight: 400;">Pânico</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> (1996), e como a grande maioria das crônicas adolescentes após o ano de 2004, em </span><a href="https://personaunesp.com.br/meninas-malvadas-20-anos/"><i><span style="font-weight: 400;">Meninas Malvadas</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">.</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A abertura é até interessante, encarna o espírito juvenil de <a href="https://tangerina.uol.com.br/filmes-series/tina-fey-55-anos-lista/">Tina Fey</a> e apresenta cada personagem em uma dinâmica que remete à icônica cena de Damian (Daniel Franzese) situando o público sobre cada panelinha do </span><i><span style="font-weight: 400;">High School</span></i><span style="font-weight: 400;">. Entretanto, se o clássico se continha em localizar as peças principais da selva estudantil, </span><i><span style="font-weight: 400;">Rainha do Baile </span></i><span style="font-weight: 400;">dá um passo maior que a perna e vomita muitos nomes e rostos, que, tampouco vão importar para a história; não por exigir do espectador um desdém com as picuinhas do ensino médio e nem por banalizar as mortes de adolescentes em </span><i><span style="font-weight: 400;">slashers</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; embora </span><a href="https://www.cinemablend.com/movies/scream-how-drew-barrymores-opening-scene-nearly-stopped-film-being-made"><i><span style="font-weight: 400;">first kill</span></i><span style="font-weight: 400;">s</span></a><span style="font-weight: 400;"> tenham ficado no imaginário de cinéfilos &#8211; mas por seguir a fórmula seriada do </span><i><span style="font-weight: 400;">streaming</span></i><span style="font-weight: 400;">, que já havia adotado o estilo no método de lançamento da trilogia, semanalmente, como os episódios de uma temporada.</span></p>
<figure id="attachment_35293" aria-describedby="caption-attachment-35293" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-35293" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/06/rua-do-medo-rainha-do-baile-novo-filme-netflix-1024x578-1-800x452.jpg" alt="Na imagem, duas mãos vestindo luvas pretas folheiam um livro com imagens das candidatas para o título de rainha do baile. Há seis fotografias de garotas, duas na página à esquerda e quatro na direita. " width="800" height="452" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/06/rua-do-medo-rainha-do-baile-novo-filme-netflix-1024x578-1-800x452.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/06/rua-do-medo-rainha-do-baile-novo-filme-netflix-1024x578-1-768x434.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/06/rua-do-medo-rainha-do-baile-novo-filme-netflix-1024x578-1.jpg 1024w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35293" class="wp-caption-text">Filme brinca com a possibilidade de check-in das mortes (Foto: Netflix)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Contudo, os maiores problemas começam quando os corredores da escola são substituídos pelo salão do evento e a sanguinolência persegue os jovens. Ali, o longa não consegue desenvolver as temáticas nem provocar sentimentos típicos do Terror. Cada casal morto é atingido da mesma maneira: se afastam da multidão, se escondem em uma sala e morrem. É de praxe que a personagem isolada vai ter um fim péssimo, afinal é um elemento narrativo do </span><i><span style="font-weight: 400;">slasher</span></i><span style="font-weight: 400;">, desde o subgênero italiano antecessor, o </span><a href="https://personaunesp.com.br/suspiria-45-anos/"><i><span style="font-weight: 400;">giallo</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. Porém, repetir a mesma sequência só trocando as vítimas não é somente estéril, como também resulta na inexistência da surpresa e da tensão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A fita sabota até seu próprio </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=8b9SZjTzeF8"><span style="font-weight: 400;">clímax</span></a><span style="font-weight: 400;">, revelando, sem propósito algum, um segredo que só deveríamos descobrir quando fosse o </span><i><span style="font-weight: 400;">grand finale</span></i><span style="font-weight: 400;">. Aqui, cabe dizer, que não é uma imposição do que é certo ou errado em uma história, mas em </span><i><span style="font-weight: 400;">Rua do Medo: Rainha do Baile</span></i><span style="font-weight: 400;">, a narrativa e a relação dela com quem assiste é prejudicada por decisões produzidas para avançar o enredo até o ponto que o criador deseja, sem desenvolver e articular as ideias. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inclusive, no recheio de tantos pastiches de obras ancestrais, o coração de Palmer escolhe um favorito: o clássico de </span><a href="https://www.maisgoias.com.br/blogs/telemania/brian-de-palma-diz-que-ainda-possui-mais-um-filme-para-dirigir/"><span style="font-weight: 400;">Brian De Palma</span></a><span style="font-weight: 400;">, a adaptação da personagem telepata de </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=mAj8XrMoRp4"><span style="font-weight: 400;">Stephen King</span></a><span style="font-weight: 400;">. Uma garota loira que sofre na mão de outras alunas e é assombrada pela mãe, um baile, um par romântico e a existência de uma figura religiosa que é opressora. Tudo inspirado em <em>Carrie, a Estranha</em>. Entretanto, todos esses elementos não são bem relacionados &#8211; seja em conteúdo ou forma &#8211; ao menos que seja entendido que os adolescentes são vítimas das ações dos pais, mas para além deste comentário, as temáticas se perdem enquanto o machado decepa membros. </span></p>
<figure id="attachment_35294" aria-describedby="caption-attachment-35294" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-35294" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/06/disputa-por-coroa-se-torna-sangrenta-no-trailer-de-rua-do-medo-rainha-do-baile-assista-800x450.jpg" alt="Cena do filme Rua do Medo: Rainha do Baile Na imagem, a personagem Christy encara o seu redor em um galpão. O cenário é noturno e a iluminação amarelada, ao fundo, há paredes e lixo no canto esquerdo. Christy é uma garota na faixa dos 18 anos, de cabelos longos escuros e veste uma bota vermelha, jaqueta de couro preta, camiseta branca, saia xadrez vermelha e meia-calça. " width="800" height="450" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/06/disputa-por-coroa-se-torna-sangrenta-no-trailer-de-rua-do-medo-rainha-do-baile-assista-800x450.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/06/disputa-por-coroa-se-torna-sangrenta-no-trailer-de-rua-do-medo-rainha-do-baile-assista-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/06/disputa-por-coroa-se-torna-sangrenta-no-trailer-de-rua-do-medo-rainha-do-baile-assista-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/06/disputa-por-coroa-se-torna-sangrenta-no-trailer-de-rua-do-medo-rainha-do-baile-assista-1536x864.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/06/disputa-por-coroa-se-torna-sangrenta-no-trailer-de-rua-do-medo-rainha-do-baile-assista-1200x675.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/06/disputa-por-coroa-se-torna-sangrenta-no-trailer-de-rua-do-medo-rainha-do-baile-assista.jpg 1920w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35294" class="wp-caption-text">Estrela de Barbie (2023), Ariana Greenblatt, disputa a vaga de rainha do baile na pele de Christy Renault (Foto: Netflix)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A encenação e a decupagem não dialogam com o texto, no sentido de corroborar para uma construção de unidade fílmica. Veja, por exemplo, a casa de Carrie (Sissy Spacek), no clássico de 1976, um ambiente que intensifica a violência doméstica que a garota sofre, ou como o cessar da música e devoção pelo próprio corpo é interrompido por risos de adolescentes na cena de abertura. Mais adiante, veja como o texto de </span><a href="https://www.omelete.com.br/filmes/panico-7-inicio-filmagens-logo-oficial"><span style="font-weight: 400;">Kevin Williamson</span></a><span style="font-weight: 400;"> em </span><i><span style="font-weight: 400;">Pânico </span></i><span style="font-weight: 400;">dá conta de não revelar que são dois </span><i><span style="font-weight: 400;">Ghostfacers</span></i><span style="font-weight: 400;"> ao invés de um &#8211; porque sabe que é a melhor escolha &#8211; e da mesma forma, a direção de Wes Craven é criativa, cria suspense e sabe utilizar o cenário. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A própria noção de espaço é conflitante aqui, com os locais fechados, seja no baile ou nas sequências de morte, é um desafio para a direção conseguir fluir o ritmo e criar medo com as probabilidades de onde o assassino está escondido. Ao isolar as personagens, a única forma que </span><a href="https://www.revistabula.com/104104-o-filme-mais-assistido-da-netflix-no-brasil-atualmente/"><span style="font-weight: 400;">Matt Palmer</span></a><span style="font-weight: 400;"> encontra para impedir o público de saber a localização é fechar os planos nos rostos das vítimas e deixar o mascarado fora do campo de visão da câmera, resultando, novamente, em um entrave previsível de composição de cena. Já sabemos que, em algum momento, alguém morrerá. O escuro, a ausência de som ou um canto sobrando entre objetos são ceifados, assim como a oportunidade de transmitir emoções oriundas do Horror. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os créditos de </span><i><span style="font-weight: 400;">Rua do Medo: Rainha do Baile</span></i><span style="font-weight: 400;"> criam um gancho para um futuro filme e se conecta com os anteriores, então, pelo menos quanto ao texto, as peças podem se encaixar, como a relação de religião e rivalidade feminina. Quanto à forma, isto é definitivo, sem salvação. Todavia, o trecho durante os créditos ressalta os sintomas da produção da </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ocFqzyqkanQ"><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i></a><span style="font-weight: 400;">: desenvolvimento de apêndices é para o futuro. Mas isso é coisa de série, não de Cinema. </span></p>
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<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/rua-do-medo-rainha-do-baile-critica/">Rua do Medo: Rainha do Baile faz pastiche de clássicos, mas sem replicar os motivos da honraria</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
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