<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Finn Scicluna-O&#039;Prey &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
	<atom:link href="http://personaunesp.com.br/tag/finn-scicluna-oprey/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://personaunesp.com.br/tag/finn-scicluna-oprey/</link>
	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 25 Jan 2022 16:50:12 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/08/cropped-icon-certo-cristo-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Finn Scicluna-O&#039;Prey &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
	<link>http://personaunesp.com.br/tag/finn-scicluna-oprey/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">119746480</site>	<item>
		<title>A Maldição da Casa Winchester e a saturação de filmes de assombração</title>
		<link>http://personaunesp.com.br/maldicao-casa-winchester-critica/</link>
					<comments>http://personaunesp.com.br/maldicao-casa-winchester-critica/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Mar 2018 23:04:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[2018]]></category>
		<category><![CDATA[A Maldição da Casa Winchester]]></category>
		<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Emm Wiseman]]></category>
		<category><![CDATA[Finn Scicluna-O'Prey]]></category>
		<category><![CDATA[Helen Mirren]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Clarke]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Spierig]]></category>
		<category><![CDATA[Peter Spierig]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Sarah Snook]]></category>
		<category><![CDATA[Terror]]></category>
		<category><![CDATA[The Spierig Brothers]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Vaughan]]></category>
		<category><![CDATA[Vitor Evangelista]]></category>
		<category><![CDATA[Winchester]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://personaunesp.com.br/?p=9707</guid>

					<description><![CDATA[<p>Vitor Evangelista Nos Estados Unidos, a era Trump, além de marcada pelo caos político e por um festival de intolerância, trouxe também à tona a velha discussão sobre o controle do uso de armas pelos cidadãos. Esse debate, que se intensificou após uma série de tiroteios que mancharam de sangue escolas e universidades do país, &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/maldicao-casa-winchester-critica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "A Maldição da Casa Winchester e a saturação de filmes de assombração"</span></a></p>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/maldicao-casa-winchester-critica/">A Maldição da Casa Winchester e a saturação de filmes de assombração</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_9708" aria-describedby="caption-attachment-9708" style="width: 599px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-9708" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/A-Maldição-da-Casa-Winchester_09-1024x684.jpg" alt="" width="599" height="400" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/A-Maldição-da-Casa-Winchester_09-1024x684.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/A-Maldição-da-Casa-Winchester_09-300x200.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/A-Maldição-da-Casa-Winchester_09-768x513.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/A-Maldição-da-Casa-Winchester_09-1200x801.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/A-Maldição-da-Casa-Winchester_09.jpg 1600w" sizes="(max-width: 599px) 85vw, 599px" /><figcaption id="caption-attachment-9708" class="wp-caption-text">Longa se passa em 1906 e aborda questões de âmbito social ainda em vigor nos Estados Unidos do século XXI (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;">Vitor Evangelista<br />
</span></span></strong><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><br />
Nos Estados Unidos, a era Trump, além de marcada pelo caos político</span> <span style="font-family: Arial, serif;">e por um festival de intolerância, trouxe também à tona a velha discussão sobre o controle do uso de armas pelos cidadãos. Esse debate, que se intensificou após uma série de tiroteios que mancharam de sangue escolas e universidades do país, gera um número exorbitante de pontos de vista; no Ccinema, um</span> <span style="font-family: Arial, serif;">deles foi</span> <span style="font-family: Arial, serif;">abordado recentemente no último longa dos Irmãos Spierig: <em>A Maldição da Casa Winchester</em>.</span></span><span id="more-9707"></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;">A primeira questão a chamar atenção é o fator real da história. A casa-título realmente existe em San Jose, na Califórnia, e é representada no filme como algo vivo e em incessante criação e destruição. Mas o que dá</span> <span style="font-family: Arial, serif;">vida à trama não é apenas</span> <span style="font-family: Arial, serif;">a</span> <span style="font-family: Arial, serif;">personificação.</span></span></p>
<p><figure id="attachment_9709" aria-describedby="caption-attachment-9709" style="width: 598px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-9709" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/imagem-2-1024x576.jpg" alt="" width="598" height="337" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/imagem-2-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/imagem-2-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/imagem-2-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/imagem-2-1200x675.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/imagem-2.jpg 1280w" sizes="(max-width: 598px) 85vw, 598px" /><figcaption id="caption-attachment-9709" class="wp-caption-text">Antes do terremoto de 1906, que causou estragos em todo o estado americano, a casa tinha sete andares (agora são somente quatro), nos quais ficavam distribuídos 160 cômodos, entre eles 40 quartos, dois salões, 6 cozinhas, 47 lareiras, 2 porões e 13 banheiros (mas apenas um chuveiro) [Foto: Reprodução]</figcaption></figure><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;">O elenco, estrelado pela veterana e ganhadora do <em>Oscar</em> de Melhor Atriz, Helen Mirren, possui papel fundamental na construção narrativa</span> – <span style="font-family: Arial, serif;">mesmo que esta em um</span> <span style="font-family: Arial, serif;">papel apático, sem nenhum desafio e talvez um dos mais questionáveis de sua carreira. Ela</span> <span style="font-family: Arial, serif;">interpreta uma viúva, dona de uma companhia de armas e que deve ser diagnosticada pelo doutor Erik Price. Contratado pela diretoria da empresa que busca tomar posse das mãos da mulher, alega sua perda de sanidade ao lidar com os espíritos que permeiam sua mansão.</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;">Price é vivido por Jason Clarke,</span> <span style="font-family: Arial, serif;">que aqui repete a fórmula do herói atormentado e assombrado por traumas do passado (ótimo em <em>Planeta dos Macacos: O Confronto</em> e sem sal em <em>O</em> <em>Exterminador do Futuro: Gênesis</em>). Inclusive, seu personagem tem a maior descaracterização do filme, ao primeiro ser retratado como um boêmio apaixonado por drogas e prostituição, e depois ter sua imagem limpa, se tornando um simples homem com problemas de bebida.</span></span></p>
<figure id="attachment_9710" aria-describedby="caption-attachment-9710" style="width: 597px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-9710" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/winchester-1024x683.jpg" alt="" width="597" height="398" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/winchester-1024x683.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/winchester-300x200.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/winchester-768x512.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/winchester-1200x800.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/winchester.jpg 1500w" sizes="(max-width: 597px) 85vw, 597px" /><figcaption id="caption-attachment-9710" class="wp-caption-text">A dinâmica entre médico e paciente de Clarke e Mirren é mal desenvolvida e sem muito aprofundamento psicológico (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;">Além dos dois protagonistas, o filme conta com Sarah Snook e </span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;">Finn Scicluna-O&#8217;Prey como mãe e filho, em uma dinâmica que bebe na fonte de Shelley Duvall em <em>O Iluminado </em>e no núcleo familiar de <em>O Exorcista</em>. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;">N</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;">ão chegando, porém, ao nível simbólico de nenhum dos dois. </span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;">Um dos maiores desapontamentos (quiçá o maior) que <em>Winchester</em> desperta no público é a sensação de desaproveitamento de uma locação estupenda e insana, que se restringe a</span> <span style="font-family: Arial, serif;">tomadas em ambientes fechados e estáticos. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;">O filme mostra uma ou duas vezes um movimento significativo de câmera, andando pelos corredores e saboreando a arquitetura travessa e incômoda do ambiente. Ora, uma casa que é reconstruída a todo momento deveria, pelo menos uma vez, mostrar o processo disso em vez de</span> <span style="font-family: Arial, serif;">apenas filmar ao longe os pedreiros com capacetes e barras de ferro suspensas! </span></span></p>
<figure id="attachment_9711" aria-describedby="caption-attachment-9711" style="width: 598px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-9711" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/imagem-4-1024x513.jpeg" alt="" width="598" height="300" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/imagem-4-1024x513.jpeg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/imagem-4-300x150.jpeg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/imagem-4-768x385.jpeg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/imagem-4-1200x601.jpeg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/imagem-4.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 598px) 85vw, 598px" /><figcaption id="caption-attachment-9711" class="wp-caption-text">Os diretores não aproveitam luzes ambientes e carregam o filme num tom escuro e melancólico, com poucos momentos em que o espectador consegue enxergar a trama e se afeiçoar a ela (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;">Um exemplo de filme que abraça a ideia da casa protagonista é o excelente <em>A Casa Monstro</em>, animação de 2006. Outro é <em>Invocação do Mal 2</em>, de 2016, que dá, acima de tudo, um exemplo de filmagem instigante em ambientes claustrofóbicos.</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;">Outra questão que deixa a desejar é a existência ou não dos espíritos na Mansão, respondida logo de cara, tirando o gosto do mistério e o sentimento de não saber ao certo o que ocorre naquele ambiente tão caótico e cheio de pregos e escadarias. A personagem de Mirren, Sarah, poderia ser o ponto de virada da história, na tentativa do doutor determinar sua sanidade ou não. Isso</span> <span style="font-family: Arial, serif;">com certeza incharia o filme e o faria mais interessante.</span></span></p>
<figure id="attachment_9712" aria-describedby="caption-attachment-9712" style="width: 840px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-9712" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/imagem-05-1024x576.jpg" alt="" width="840" height="473" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/imagem-05-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/imagem-05-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/imagem-05-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/imagem-05-1200x675.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/03/imagem-05.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-9712" class="wp-caption-text">Um dos poucos momentos em que a câmera ousa e capta as imagens em ângulos mais corajosos e menos convencionais (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;">Após um primeiro arco conciso e o mais direto possível, </span><em><span style="font-family: Arial, serif;">A Maldição da Casa Winchester</span></em> <span style="font-family: Arial, serif;">segue, numa segunda etapa repetitiva e que não diz muito, uma série de caminhadas noturnas e viradas rápidas de câmera para os sustos momentâneos</span> – <span style="font-family: Arial, serif;">e</span> <span style="font-family: Arial, serif;">um dos terceiros atos mais longos e anticlimáticos de que me recordo. A quantidade exorbitante de momentos de tensão, que se sobrepõe um ao outro, provocam cansaço e a sensação de que o tempo não passa, mesmo sendo esse um filme de apenas 100 minutos. </span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;">No fim das contas, <em>Winchester</em> se mostra mal dosado e mal planejado, o que certamente frustraria os esforços de seus antecessores.</span></span></p>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/maldicao-casa-winchester-critica/">A Maldição da Casa Winchester e a saturação de filmes de assombração</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>http://personaunesp.com.br/maldicao-casa-winchester-critica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>3</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">9707</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
