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	<title>Arquivos Ernest Shepard &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
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	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
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		<title>A ingenuidade harmoniosa de Christopher Robin</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Aug 2018 01:03:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Revisitando o Bosque dos 100 Acres e a trupe de animais da floresta comandada pelo urso amarelo, Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível chega para relembrar o regozijo da infância e que os frutos colhidos nessa época da vida podem florescer por muito tempo Vitor Evangelista Adaptando a história clássica do início do século XX, o &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/christopher-robin-disney-critica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "A ingenuidade harmoniosa de Christopher Robin"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><span style="font-weight: 400;">Revisitando o Bosque dos 100 Acres e a trupe de animais da floresta comandada pelo urso amarelo, Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível chega para relembrar o regozijo da infância e que os frutos colhidos nessa época da vida podem florescer por muito tempo</span></em></p>
<figure id="attachment_10626" aria-describedby="caption-attachment-10626" style="width: 840px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-10626 size-large" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/08/christopher-robin-1075275-1280x0-1024x653.jpeg" alt="" width="840" height="536" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/08/christopher-robin-1075275-1280x0-1024x653.jpeg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/08/christopher-robin-1075275-1280x0-300x191.jpeg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/08/christopher-robin-1075275-1280x0-768x490.jpeg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/08/christopher-robin-1075275-1280x0-1200x765.jpeg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/08/christopher-robin-1075275-1280x0.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-10626" class="wp-caption-text">O Ursinho Pooh está diferente (Foto: Disney)</figcaption></figure>
<p><strong>Vitor Evangelista</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Adaptando a <a href="https://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2018/08/16/por-que-o-ursinho-puff-virou-ursinho-pooh.htm">história clássica do início do século XX</a>, o filme explora a relação de um Christopher Robin (Ewan McGregor) já adulto para com sua família, vida profissional e os fantasmas em sua infância simplória na região de Sussex, na Inglaterra. </span><span style="font-weight: 400;">Logo de cara, o filme pinta em tons pastéis as aventuras e enrascadas que Christopher viveu com os companheiros animais quando criança. Tudo do clássico desenho está ali. A mesa de chá, o pote de mel, os pulos de Tigrão.</span></p>
<p><span id="more-10620"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A direção de Marc Foster, embora um tanto indecisa, acerta o tom da nostalgia, cria um vínculo já existente entre o espectador e as personagens, e faz uso da memória afetiva como principal alicerce no progresso da narrativa. </span><span style="font-weight: 400;">Saindo do conforto da floresta, o longa também é certeiro e incisivo na adequação a seu novo cenário: a esfumaçada Londres do século passado. Uma sucessão de recortes da vida de Robin contam pequenos detalhes de sua vida, como conheceu a esposa, sua ida à Guerra, a ausência no nascimento da filha. Sempre ágil, o filme constrói sua base logo nos primeiros minutos, sem deixar espaço para dúvidas sobre a chegada do ponto A ao B.</span></p>
<figure id="attachment_10627" aria-describedby="caption-attachment-10627" style="width: 840px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-large wp-image-10627" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/08/IMAGEM-2-1024x577.jpeg" alt="" width="840" height="473" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/08/IMAGEM-2-1024x577.jpeg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/08/IMAGEM-2-300x169.jpeg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/08/IMAGEM-2-768x433.jpeg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/08/IMAGEM-2-1200x676.jpeg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/08/IMAGEM-2.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-10627" class="wp-caption-text"><em>&#8220;They say nothing is impossible, but I do nothing every day&#8221; (Foto: Reprodução)</em></figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, <em>Christopher Robin</em> não é bem resolvido quanto a que tipo de história quer contar. O longa pode ser dividido em três blocos. No limiar entre a fábula, o genérico dilema <em>família x trabalho</em> e uma estória de superação, o filme acaba não abraçando nenhuma dessas pontas e se torna enfadonho na busca de uma linha que progrida a história. Iremos por partes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A fábula é o que há de melhor na produção. Tudo que diz respeito ao Bosque dos 100 Acres funciona num uníssono harmônico. A criação de mundo, a escolha de tons acinzentados para a pintura das personagens, a inocência dos animais, tudo redondo e fluído. A textura dos bichos também merece destaque, no meio termo da realidade e do caricato, o filme encontra leveza para contar a história dos habitantes da floresta.</span></p>
<div class="jetpack-video-wrapper"><iframe title="CHRISTOPHER ROBIN: UM REENCONTRO INESQUECÍVEL | Trailer (2018) Legendado HD" width="840" height="473" src="https://www.youtube.com/embed/qBZj6S80Vu4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p><span style="font-weight: 400;">O Ursinho Pooh (voz de Jim Cummings) representa todo o ideal da <a href="http://personaunesp.com.br/a-viagem-de-chihiro-viagem-todos-nos/">infância</a> perfeita. Desajeitado, sossegado e sempre faminto, o urso tranquiliza a personagem-título e conduz a linha narrativa, funcionando como a amálgama do mundo real com o Bosque. Todas as cenas de interação de Pooh com Robin são potentes e emocionam.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ió, ou Bisonho (voz de Brad Garett), é a alma do filme. Melancólico, pessimista e até suicida, o burrinho chama a atenção e rouba em cena em todas as tiradas passivo-agressivas que compõe seu roteiro. Tigrão (também dublado por Cummings) desempenha um papel unidimensional e, dentre os bichinhos, é o que mais se caracteriza num papel de coadjuvante. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os demais animais da floresta, Leitão, Corujão, Can, Guru e Abel, são bem derivativos, apresentam cenas interessantes, mas não recebem destaque. Um desfavorecimento nesse sentido é a falta de uma conversa entre Christopher e Can, por exemplo, sobre o valor da família. Assunto esse que reverbera Robin durante as quase duas horas de filme.</span></p>
<figure id="attachment_10628" aria-describedby="caption-attachment-10628" style="width: 840px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-10628" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/08/IMAGEM-3-1024x484.jpg" alt="" width="840" height="397" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/08/IMAGEM-3-1024x484.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/08/IMAGEM-3-300x142.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/08/IMAGEM-3-768x363.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/08/IMAGEM-3-1200x567.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-10628" class="wp-caption-text"><em>A escolha da predominância do tom acinzentado evidencia a melancolia da vida adulta de seu protagonista (Foto: Reprodução)</em></figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Partindo para o núcleo humano, o longa não tem nem vergonha de desenhar a família de Robin da forma mais genérica e previsível possível. Hayley Atwell interpreta Evelyn, esposa do protagonista, e é extremamente mal aproveitada. Uma atriz desse calibre ser subutilizada numa trama batida, sem qualquer emoção ou vulnerabilidade realmente abaixa o nível de grandiosidade da produção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mesmo vale para a participação de Bronte Carmichael como Madeline, a filha do casal. Sem sal, com um arco mal desenvolvido e tardio que envolve tanto um descaso por parte do pai quanto a saudade que a pequena sente dessa figura em sua vida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nem mesmo a persona magnética de Ewan McGregor consegue dar uma luz aos humanos da produção. O ator trabalha bem a dualidade da personagem, a confusão que sente ao não conseguir dar o melhor de si em tudo que desempenha. Há aqui um homem perdido emocionalmente, que começa a encontrar o norte quando Pooh retorna a seu convívio, colocando-o de volta nos trilhos, meio abruptamente, mas isso se pode relevar</span></p>
<figure id="attachment_10629" aria-describedby="caption-attachment-10629" style="width: 840px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-10629" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/08/IMAGEM-4-1024x576.jpg" alt="" width="840" height="473" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/08/IMAGEM-4-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/08/IMAGEM-4-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/08/IMAGEM-4-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/08/IMAGEM-4-1200x675.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/08/IMAGEM-4.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-10629" class="wp-caption-text"><em>A trilha sonora evoca o espírito do desenho clássico e impõe ao público o elo de empatia, resgatado da infância (Foto: Reprodução)</em></figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A terceira parte do longa, a mistura imperfeita entre os blocos anteriores, </span><span style="font-weight: 400;">amarga a boca. Por um lado é mágico ver todo o crescimento de Robin depois de encontrar os velhos amigos, porém, a contrapartida disso é a questionável decisão de uniformizar a aparição dos bichos. Aqui, todo e qualquer indivíduo pode ver os habitantes do Bosque, tirando assim toda a mágica que os permeava em antigas adaptações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No fim, conseguindo aludir às fábulas de A. A. Milne (o criador de Pooh), <em>Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível</em> aquece corações e relembra os espectadores adultos das doces experiências e aventuras da infância, mas é falho na tentativa de conectar seu público com qualquer elemento que não seja peludo ou dotado de uma inocência pueril e viva numa floresta encantada.</span></p>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/christopher-robin-disney-critica/">A ingenuidade harmoniosa de Christopher Robin</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
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