<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Don&#039;t Start Now &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
	<atom:link href="http://personaunesp.com.br/tag/dont-start-now/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://personaunesp.com.br/tag/dont-start-now/</link>
	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 22 Jan 2021 16:26:03 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.4</generator>

<image>
	<url>http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/08/cropped-icon-certo-cristo-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Don&#039;t Start Now &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
	<link>https://personaunesp.com.br/tag/dont-start-now/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">119746480</site>	<item>
		<title>Em Future Nostalgia, Dua Lipa é o presente</title>
		<link>http://personaunesp.com.br/future-nostalgia-critica/</link>
					<comments>http://personaunesp.com.br/future-nostalgia-critica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 22:26:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Break My Heart]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Disco]]></category>
		<category><![CDATA[Don't Start Now]]></category>
		<category><![CDATA[Dua Lipa]]></category>
		<category><![CDATA[Future Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[Grammy]]></category>
		<category><![CDATA[Grammy 2021]]></category>
		<category><![CDATA[Hallucinate]]></category>
		<category><![CDATA[Jho Brunhara]]></category>
		<category><![CDATA[Levitating]]></category>
		<category><![CDATA[Physical]]></category>
		<category><![CDATA[Pop]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://personaunesp.com.br/?p=13741</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nossa Penélope Charmosa. Capa do álbum (Foto: Hugo Comte/Warner Music) Jho Brunhara Quando Madonna sampleou ABBA em Hung Up, todo apreciador de música pop que se preze sabia que é preciso muita coragem para referenciar diretamente um clássico e ainda soar original, e a rainha do pop o fez. 15 anos depois, Dua Lipa se &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/future-nostalgia-critica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Em Future Nostalgia, Dua Lipa é o presente"</span></a></p>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/future-nostalgia-critica/">Em Future Nostalgia, Dua Lipa é o presente</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" class="wp-image-13742" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/019_7-1024x1024.jpg" alt="" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/019_7-1024x1024.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/019_7-300x300.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/019_7-150x150.jpg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/019_7-768x768.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/019_7-1536x1536.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/019_7-2048x2048.jpg 2048w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/019_7-1200x1200.jpg 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size: 12px;"><em>Nossa Penélope Charmosa. Capa do álbum (Foto: Hugo Comte/Warner Music) </em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Jho Brunhara</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando Madonna sampleou <a href="https://www.youtube.com/watch?v=XEjLoHdbVeE">ABBA</a> em <a href="https://www.youtube.com/watch?v=EDwb9jOVRtU"><em>Hung Up</em></a>, todo apreciador de música pop que se preze sabia que é preciso muita coragem para referenciar diretamente um clássico e ainda soar original, e a rainha do pop o fez. 15 anos depois, Dua Lipa se inspira no próprio <a href="https://www.youtube.com/watch?v=EDwb9jOVRtU&amp;list=OLAK5uy_lvbUP0hqTKlFccBJbuBiEN5t89E4QKI1Q"><em>Confessions on a Dance Floor</em></a> de Madonna para fazer uma afirmação: a música <em>disco</em> ainda tem algo a dizer para as novas gerações. </p>



<p><span id="more-13741"></span></p>



<p class="wp-block-paragraph">Lançado antecipadamente no dia 27 de março, após as músicas vazarem na web e em meio a pandemia do coronavírus, <em>Future Nostalgia</em> não era só mais um CD muito esperado pela internet. O <em>hype</em> gerado pela <em>sleeper hit</em> <em><a href="https://www.youtube.com/watch?v=oygrmJFKYZY">Don’t Start Now</a></em> e pela estrondosa <em><a href="https://www.youtube.com/watch?v=9HDEHj2yzew">Physical</a> </em>transbordava o tanque de expectativas daqueles isolados em casa, famintos por uma nova obsessão. E Dua Lipa entregou um banquete.  </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="820" height="1024" class="wp-image-13743" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/003_28-820x1024.jpg" alt="" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/003_28-820x1024.jpg 820w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/003_28-240x300.jpg 240w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/003_28-768x959.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/003_28.jpg 1080w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size: 12px;"><em>Vintage é o novo vintage (Foto: Hugo Comte/Sunday Times)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Future</em> é óbvio ao mesmo tempo que tenta não ser: assim como o paradoxo de um futuro nostálgico, desde o começo de uma era visualmente poderosa e atenta aos detalhes de seu conceito, Lipa indicava com todas as letras que estava resgatando a energia <em>disco</em>. Na verdade, não havia muito mais a ser tirado do porão dos anos 80. Já faz algum tempo que os cabelos perderam volume e a estampa de oncinha deixou de combinar com neon, mas a sonoridade da época foi reciclada, e agora, re-reciclada, por se assim dizer.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=XZpkBsvuvak&amp;list=OLAK5uy_mkm5-Wi6Vnl8FrHqkMmljEVVuq5TDdy7U">Kylie Minogue</a>, Madonna, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=zKSsP2084nU&amp;list=OLAK5uy_nZZjkBu_E4olFSb5Ey-fQ-4a0ZCqJICdQ">Daft Punk</a>, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=OE2qEpkWWoQ&amp;list=PLQX7wLlX1V9GNA9kSZSJqwW-5-3WETWJ6">Carly Rae Jepsen</a>, e mais recentemente Bruno Mars – com seu 24K Magic, ganhador do Grammy de álbum do ano –, entre tantos outros artistas que buscaram suas inspirações nos <em>flashbacks</em>. Se apoiar no som dos anos 80 e 90 não garante qualidade, mas Dua sabe muito bem disso. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O álbum proclamado oitentista-futurista é minucioso e genuíno na medida do possível, nunca deixando de lado a diversão, extremamente bem-vinda em um 2020 tão pesado. Cheio de <em>mid-tempos</em> dançantes e sem baladinhas para quebrar o clima, a britânica faz o uso perfeito de baixos, sintetizadores, e instrumentos reais para dar um tom fiel ao seu segundo disco.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="819" height="1024" class="wp-image-13745" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/047_5-819x1024.jpg" alt="" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/047_5-819x1024.jpg 819w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/047_5-240x300.jpg 240w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/047_5-768x960.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/047_5.jpg 1080w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size: 12px;"><em>Além do trabalho de produtores de longa data como Ian Kirkpatrick, Jeff Bhasker, Stephen Kozmeniuk e Stuart Price para o disco, a música &#8216;Cool&#8217; contou com a co-composição da talentosíssima Tove Lo (Foto: Hugo Comte/Warner Music)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Physical</em> é, sem dúvidas, o clímax do CD. Como descer uma ladeira correndo, a faixa grita seu refrão do fundo dos pulmões de Lipa, com um fôlego a mais para a ponte. <em>Pop perfection</em>, <em>club perfection</em>, qualquer-outra-coisa <em>perfection</em>. Mas não dá o norte ao LP.<em> <a href="https://www.youtube.com/watch?v=q4az-Q9k4-E">Levitating</a></em> desacelera a <a href="https://www.youtube.com/watch?v=bWcASV2sey0">Bonnie Tyler</a> interior da faixa passada, e pavimenta o caminho por uma viagem no tempo e pelo <em>core</em> do <em>Future Nostalgia</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=sxqd60Nhj2k">Ali</a>, uma faixa que poderia facilmente estar no lendário Fever, de Kylie. <a href="https://www.youtube.com/watch?v=E22Y9uscYF0">Aqui</a>, violinos que parecem ter sido colocados a mão pela própria Madonna. E então, a genial <a href="https://www.youtube.com/watch?v=Nj2U6rhnucI"><em>Break My Heart</em></a>. O coração partido que tanto movimenta a música nos dá mais um presente, pra dançar segurando as lágrimas. É <em>sad disco. </em></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" class="wp-image-13744" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/012_11-1024x768.jpg" alt="" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/012_11-1024x768.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/012_11-300x225.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/012_11-768x576.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/012_11.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size: 12px;"><em>&#8220;O que eu queria com esse álbum era sair da minha zona de conforto e me desafiar a fazer músicas que poderiam estar ao lado dos meus clássicos favoritos do pop, e ainda fazê-las soar fresh e unicamente minhas&#8221;, afirmou Dua em <a href="https://mcd.ie/artists/dua-lipa/">coletiva de imprensa</a> (Foto: Hugo Comte/Warner Music)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A alma do LP, composta de pequenos quadradinhos de espelho, é uma grande homenagem às inspirações da artista, mas ainda assinada pela própria, sem perder sua identidade ou se perder no que quer referenciar. E ainda que as duas músicas finais destoem um pouco da proposta, são o que fazem o <em>Future Nostalgia</em> ser de Dua Lipa e de mais ninguém. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ElAQ_geBsG4">Good In Bed</a></em> ecoa como um pop britânico perspicaz, sexual e muito divertido, quase como se tivesse saído da brilhante mente de Lily Allen, mas algo mais próximo dos anos 2000. A literal e mais modernex sonoramente <a href="https://www.youtube.com/watch?v=_TNLrUg-nF8"><em>Boys Will Be Boys</em></a> encerra a <em>versão standard </em>como uma afirmação política, recado de extrema relevância deixado para a juventude de mulheres que já se inspiram na cantora. Talvez aqui o maior erro do disco, não de ter incluído uma música tão importante no projeto, mas sim colocá-la em uma versão normal ao em vez de deixar para uma edição <em>delux</em>e, onde se encaixaria melhor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um mar de<em> trap</em> usado a <a href="https://www.youtube.com/watch?v=8EJ3zbKTWQ8">exaustão</a> na indústria fonográfica mais <em>mainstream</em> – raramente de forma sábia e consistente, como merece ser tratado –, o velho conhecido <em>disco</em> é um respiro. É uma decisão inteligente, é seguro no que quer ser e faz um serviço essencial pelas pistas de dança do mundo todo. Ano após ano, clama-se nas redes sociais por algum artista que salve o pop, e esse bastão foi passado agora para Dua. A verdade é que ele não precisa ser salvo, e nunca correu perigo. A música só passa por ciclos, e projetos ambiciosos se manifestam constantemente entre nós, debaixo dos holofotes, mas <a href="http://personaunesp.com.br/sigrid-debut/">principalmente</a> <a href="https://www.youtube.com/watch?v=cwmVt4OVzEM&amp;list=PLPKtEQPdYDBME83X3e2ElAV2zscHoG-SP">fora</a> deles.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1022" class="wp-image-13747" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/017_8-1-1024x1022.jpg" alt="" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/017_8-1-1024x1022.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/017_8-1-300x300.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/017_8-1-150x150.jpg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/017_8-1-768x766.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/017_8-1-1200x1197.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/04/017_8-1.jpg 1240w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size: 12px;"><em>Seguindo os passos do debut de Lipa, o presidente da Warner Records UK <a href="https://hitsdailydouble.com/news&amp;id=320846&amp;title=-DUA-DELIVERS">confirmou</a> que a campanha de divulgação do CD deve durar dois anos, o que fortalece chances de uma versão deluxe e um provável relançamento com novas músicas (Foto: Hugo Comte/Warner Music)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Future Nostalgia </em>é poderoso, é astuto e é viciante, mas não traz nada de muito futurístico, nada que não vimos Kylie, Madonna ou a própria Dua Lipa fazer. É mais uma afirmação de como a artista se porta no agora, no presente, servindo qualidade exemplar do que acredita. Mas isso não é demérito nenhum: lançar um álbum <em>à la revival, </em>dentro das expectativas e com algo a dizer para a história da música é mais que uma vitória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maior questão que fica é se a pretensão do verso que <a href="https://genius.com/Dua-lipa-future-nostalgia-lyrics">abre</a> o disco estava correta – <em>“You want a timeless song, I wanna change the game” </em>–<em>, </em>ou se não irá sobreviver ao teste da memorabilidade. E isso, só o futuro dirá.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Future Nostalgia" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/album/7fJJK56U9fHixgO0HQkhtI?si=9zzHniFDT5WzrFK1hguKvQ"></iframe></p>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/future-nostalgia-critica/">Em Future Nostalgia, Dua Lipa é o presente</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>http://personaunesp.com.br/future-nostalgia-critica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">13741</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
