<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Cidades de Papel &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
	<atom:link href="http://personaunesp.com.br/tag/cidades-de-papel/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://personaunesp.com.br/tag/cidades-de-papel/</link>
	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 22 Jul 2020 18:04:39 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/08/cropped-icon-certo-cristo-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Cidades de Papel &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
	<link>http://personaunesp.com.br/tag/cidades-de-papel/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">119746480</site>	<item>
		<title>Seja em livro ou filme, Cidades de Papel ainda encanta</title>
		<link>http://personaunesp.com.br/cidades-de-papel-5-anos/</link>
					<comments>http://personaunesp.com.br/cidades-de-papel-5-anos/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2020 23:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades de Papel]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Gustavo Alexandreli]]></category>
		<category><![CDATA[John Green]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://personaunesp.com.br/?p=14290</guid>

					<description><![CDATA[<p>Gustavo Alexandreli Após o sucesso da produtora Temple Hill em parceria com a FOX na adaptação do best-seller A culpa é das estrelas (2014), rendendo uma bilheteria de 307,2 milhões de dólares, as produtoras apostaram em mais uma adaptação da obra de John Green, desta vez em 2015. O best-seller Cidades de papel (Paper Towns) &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/cidades-de-papel-5-anos/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Seja em livro ou filme, Cidades de Papel ainda encanta"</span></a></p>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/cidades-de-papel-5-anos/">Seja em livro ou filme, Cidades de Papel ainda encanta</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_14298" aria-describedby="caption-attachment-14298" style="width: 520px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-14298 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Foto-1-Cidades-de-papel.jpg" alt="" width="520" height="378" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Foto-1-Cidades-de-papel.jpg 520w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Foto-1-Cidades-de-papel-300x218.jpg 300w" sizes="(max-width: 520px) 85vw, 520px" /><figcaption id="caption-attachment-14298" class="wp-caption-text">Pôster do filme e capa do livro Cidades de Papel (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Gustavo Alexandreli</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após o sucesso da produtora </span><i><span style="font-weight: 400;">Temple Hill</span></i><span style="font-weight: 400;"> em parceria com a </span><i><span style="font-weight: 400;">FOX </span></i><span style="font-weight: 400;">na adaptação do </span><a href="https://www.significados.com.br/best-seller/"><span style="font-weight: 400;">best-seller</span></a><i><span style="font-weight: 400;"> A culpa é das estrelas</span></i><span style="font-weight: 400;"> (2014), rendendo uma bilheteria de 307,2 milhões de dólares, as produtoras apostaram em mais uma adaptação da obra de John Green, desta vez em 2015. O best-seller </span><i><span style="font-weight: 400;">Cidades de papel (Paper Towns)</span></i><span style="font-weight: 400;"> virou filme, dirigido pelo americano </span><i><span style="font-weight: 400;">Jake Schreier</span></i><span style="font-weight: 400;">. Em 9 de julho de 2020 a trama romântica completa cinco anos de lançamento e mantém temáticas atuais acerca de assuntos importantes, como a amizade, o amor na juventude e as transformações causadas pela chegada da vida adulta.</span></p>
<p><span id="more-14290"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">John Green trabalhou como produtor executivo e teve grande colaboração na adaptação para o cinema, e deixou uma interpretação mais livre, que se torna muito perceptível para aqueles que leram o livro e assistiram ao filme. Para os fãs da escrita de Green, essas mudanças podem causar estranheza, por não parecerem totalmente autênticas. Apesar de diferenças no enredo e a omissão de alguns detalhes, não há interferência que cause maiores prejuízos, mantendo a mesma essência tanto no cinema quanto na literatura. Como afirmado por John em uma coletiva de imprensa, “existem algumas diferenças. A coisa mais importante para mim é que o filme passa o mesmo sentimento que o livro”.</span></p>
<figure id="attachment_14299" aria-describedby="caption-attachment-14299" style="width: 922px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-14299" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Foto-2-Cidades-de-papel.jpg" alt="" width="922" height="600" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Foto-2-Cidades-de-papel.jpg 922w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Foto-2-Cidades-de-papel-300x195.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Foto-2-Cidades-de-papel-768x500.jpg 768w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-14299" class="wp-caption-text">A felicidade de um toque (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A trama inicia quando Quentin Jacobsen (Nat Wolff),</span> <span style="font-weight: 400;">nutre um </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=hY6RqgweOUU"><span style="font-weight: 400;">amor platônico</span></a><span style="font-weight: 400;"> por sua vizinha Margo Roth Spiegelman (Cara Delevingne). Os dois possuem personalidades opostas, sendo que a de Quentin é fortemente trabalhada durante todo o filme, aproximando a atuação dele com o público. Em contrapartida, a personalidade da garota passa despercebida, deixando uma falha na ligação da personagem com o espectador. Ainda assim, apesar desta falha, o público é instigado a assistir, visto que Margo não é apenas uma garota comum como denotado no início do filme, e que explica um pouco seu desaparecimento. “Margo sempre adorou um mistério, e com tudo que aconteceu depois, nunca consegui deixar de pensar que talvez tenha gostado tanto de mistérios que acabou se tornando um”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O filme inicialmente parece </span><a href="https://revistacult.uol.com.br/home/o-cinema-e-o-cliche-em-gilles-geleuze/"><span style="font-weight: 400;">clichê</span></a><span style="font-weight: 400;">, por ter um recorte temporal muito definido, e corriqueiro em outros romances já consagrados. O período de passagem do ensino médio para a faculdade, na fase final da escola. Na trama, esse intervalo acaba se tornando promissor, pois abrange as várias possibilidades que cada um dos personagens podem escolher em relação ao futuro de sua vida. Apesar de ter um recorte usual em filmes românticos para adolescentes, <em>Cidades de Papel</em> é diferenciado e chamativo por possuir um gatilho além do desaparecimento da garota, as referências e pistas deixadas para trás. Este elemento de persuasão em busca da garota é bem trabalhado, o que torna o filme uma particularidade no seu meio.</span></p>
<figure id="attachment_14300" aria-describedby="caption-attachment-14300" style="width: 564px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-14300 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Foto-3-Cidades-de-papel.jpg" alt="" width="564" height="331" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Foto-3-Cidades-de-papel.jpg 564w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Foto-3-Cidades-de-papel-300x176.jpg 300w" sizes="(max-width: 564px) 85vw, 564px" /><figcaption id="caption-attachment-14300" class="wp-caption-text">O sorriso da amizade (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir do desaparecimento e da busca iniciada, é possível perceber que a amizade é aflorada. Os amigos de Quentin, – um tanto quanto bem humorados – Radar (Justice Smith) e Ben (Austin Abrams), o acompanham nesta trajetória de forma integral, reforçando o companheirismo e dando um toque descontraído ao filme. Além da ligação entre os amigos, outras relações amorosas ocorrem de forma simultânea com as garotas do colégio Angela (Jaz Sinclair) e Lacey (Halston Sage). Esses envolvimentos apresentam as diferenças com que cada relação ocorre, trazendo ao público memórias da época escolar, fazendo com que o espectador se identifique mais ainda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É necessário destacar que o número de personagens é reduzido aos seis principais, deixando uma sensação de repetição constante durante o filme. Em contrapartida, a produção compensa esse número reduzido com um aprofundamento das relações entre eles, explorando um ambiente além de Margo e Quentin, e não deixando a narrativa cansativa. Apesar de <em>Cidades de Papel</em> já estar completando cinco anos, continua proporcionando momentos emocionantes, de reflexões, e nos ensinando o quão importante é uma amizade independente de qual seja a proposta e sua expectativa, e também que a vida e a busca pela felicidade não deve ser resumida a um amor.</span></p>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/cidades-de-papel-5-anos/">Seja em livro ou filme, Cidades de Papel ainda encanta</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>http://personaunesp.com.br/cidades-de-papel-5-anos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">14290</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Os anos estrelados de John Green</title>
		<link>http://personaunesp.com.br/john-green-critica/</link>
					<comments>http://personaunesp.com.br/john-green-critica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jul 2019 17:37:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[A Culpa é das Estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades de Papel]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[John Green]]></category>
		<category><![CDATA[Júlia Paes de Arruda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://personaunesp.com.br/?p=12320</guid>

					<description><![CDATA[<p>Júlia Paes de Arruda  O ano de 2014 foi o mais aguardado para os fãs de John Green. No dia 5 de junho, foi lançada a adaptação cinematográfica de seu famoso livro,  &#8220;A Culpa é das Estrelas&#8221;. Foi a época em que fomos apresentados para Hazel e Gus da vida real (interpretados por Shailene Woodley &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/john-green-critica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Os anos estrelados de John Green"</span></a></p>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/john-green-critica/">Os anos estrelados de John Green</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_12321" aria-describedby="caption-attachment-12321" style="width: 1920px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-12321" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/07/1.jpeg" alt="" width="1920" height="1080" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/07/1.jpeg 1920w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/07/1-300x169.jpeg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/07/1-768x432.jpeg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/07/1-1024x576.jpeg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/07/1-1200x675.jpeg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-12321" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</figcaption></figure>
<p><strong>Júlia Paes de Arruda </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ano de 2014 foi o mais aguardado para os fãs de John Green. No dia 5 de junho, foi lançada a adaptação cinematográfica de seu famoso livro,  &#8220;A Culpa é das Estrelas&#8221;. Foi a época em que fomos apresentados para Hazel e Gus da vida real (interpretados por Shailene Woodley e Ansel Elgort), a perfeita junção amorosa dos atores de Divergente. </span></p>
<p><span id="more-12320"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na sua primeira semana em cartaz, o longa </span><a href="https://cinema.uol.com.br/noticias/redacao/2014/06/08/a-culpa-e-das-estrelas-lidera-bilheteria-dos-eua-com-us-482-milhoes.htm"><span style="font-weight: 400;">arrecadou</span></a><span style="font-weight: 400;"> 48,2 milhões de dólares e ficou em primeiro lugar nas bilheterias nos Estados Unidos, superando os filmes em cartaz da época como &#8220;Malévola&#8221;.</span></p>
<figure id="attachment_12322" aria-describedby="caption-attachment-12322" style="width: 660px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-12322" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Foto-2.jpeg" alt="" width="660" height="360" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Foto-2.jpeg 660w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Foto-2-300x164.jpeg 300w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-12322" class="wp-caption-text">Na semana anterior a estreia de “A Culpa é das Estrelas”, Malévola estava na liderança das bilheterias (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O enredo conta a história de Hazel Grace e Augustus Waters, dois adolescentes diagnosticados com câncer que se encontram num grupo de apoio. Hazel, conformada com seu câncer pulmonar, sempre se mostra muito fria e muito fechada para relacionamentos. Seu único companheiro é Felipe: o carrinho que lhe dá oxigênio; já Augustus (vulgo Gus), é extrovertido e carismático. Talvez porque o câncer (<a href="https://www.minhavida.com.br/saude/temas/osteossarcoma">osteossarcoma</a>) não dava sinais há algum tempo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A adaptação é, de modo geral, mais um clássico filme de romance adolescente visto em </span><i><span style="font-weight: 400;">&#8220;Para todos os garotos que já amei&#8221;. </span></i><span style="font-weight: 400;">O que muda são as circunstâncias em que as personagens principais são apresentadas. Desde o primeiro momento, tanto no filme quanto no livro, já sabemos que o casal ficará junto. Só nos restava a dúvida se o câncer iria separá-los ou uni-los ainda mais. Infelizmente, a primeira opção é a que se concretiza. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ansel Elgort parece estar mais familiarizado com seu papel nesse filme. Depois da sua fraca e sem graça atuação como Caleb Prior em Divergente, havia indícios de que sua escolha como Gus deixaria os fãs decepcionados. Entretanto, o ator fez jus às expectativas e provou que nasceu pra ser Augustus Waters. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mesmo é visto em Woodley. A atriz se mostra mais expressiva e mais confiante ao interpretar Hazel do que Tris. Deve ser por causa disso &#8211; a falta de identificação com as personagens &#8211; que a saga </span><i><span style="font-weight: 400;">Divergente</span></i><span style="font-weight: 400;"> parou de adaptada para o cinema.</span></p>
<figure id="attachment_12323" aria-describedby="caption-attachment-12323" style="width: 639px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-12323" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/07/original.gif" alt="" width="639" height="360" /><figcaption id="caption-attachment-12323" class="wp-caption-text">Anzel e Shailene se deram melhor interpretando namorados do que irmãos (Gif: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A obra de John Green foi </span><a href="https://vejasp.abril.com.br/blog/miguel-barbieri/conheca-a-garota-que-inspirou-a-hazel-de-a-culpa-e-das-estrelas/"><span style="font-weight: 400;">inspirada</span></a><span style="font-weight: 400;"> na vida da sua amiga Esther Earl, uma adolescente  diagnosticada com câncer na tireoide e tumores pulmonares. Green conheceu Esther em 2009 e ficaram amigos até a morte dela, em 2010, com apenas 16 anos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esther fazia vídeos no YouTube mostrando que, apesar da doença, mantinha o bom humor e esperança. Além disso, servia de inspiração para muitas pessoas que acessavam seu vlog e as que estavam nos mesmos grupos de apoio que ela.  Ao final de tudo, John Green deve a ela todo seu sucesso com </span><i><span style="font-weight: 400;">A Culpa é das Estrelas</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<figure id="attachment_12324" aria-describedby="caption-attachment-12324" style="width: 1000px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-12324" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Foto-4.jpg" alt="" width="1000" height="750" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Foto-4.jpg 1000w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Foto-4-300x225.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Foto-4-768x576.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-12324" class="wp-caption-text">A vida de Esther ficou registrada em um livro chamado de “A estrela que nunca vai se apagar”, que reúne trechos do diário, desenhos e cartas da adolescente (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O título do livro de Green, </span><a href="https://onlyifyoufinishedtfios.tumblr.com/post/17357303981/could-you-elaborate-more-on-the-significance-of"><span style="font-weight: 400;">segundo o próprio autor</span></a><span style="font-weight: 400;">, faz referência a uma obra de Júlio César, de Shakespeare. Nela, “estrelas” significa destino. Na frase original, Cassius diz a Brutus: “A culpa, querido Brutus, não está em nossas estrelas / Mas em nós mesmos, que somos subalternos.” Por causa disso, ele tentou escrever um texto que, mesmo vivendo num mundo injusto, os homens conseguiriam ter uma vida feliz. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Olhando por esse lado, Green realmente passou essa mensagem. A todo momento, Hazel, Gus e Isaac &#8211; melhor amigo de Gus diagnosticado com um raro câncer nos olhos &#8211; fazem brincadeiras sobre a sua vivência com a doença, como a pouca capacidade de Hazel e a cegueira de Isaac. Essa sutileza da doença na trama faz </span><i><span style="font-weight: 400;">A Culpa é das Estrelas</span></i><span style="font-weight: 400;"> ser um filme leve, </span><span style="font-weight: 400;">emocionante e gostoso de se assistir.</span></p>
<div class="jetpack-video-wrapper"><iframe loading="lazy" title="A Culpa é das Estrelas | Tirando ovos | Trecho do Filme | 2014" width="840" height="473" src="https://www.youtube.com/embed/4-EC8sl-a7I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p><span style="font-weight: 400;">No ano seguinte, depois do sucesso de &#8220;A Culpa é das Estrelas&#8221;, uma nova adaptação de John Green chegou nos cinemas. </span><i><span style="font-weight: 400;">Cidades de Papel</span></i><span style="font-weight: 400;"> foi estrelado por Nat Wolff (que interpretou o melhor amigo de Gus na adaptação anterior) e Cara Delevingne. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A trama gira em torno de Quentin Jacobsen (Wolff) que possui uma paixão platônica por sua vizinha e colega de sala Margo Roth Spiegelman (Delevingne). Certo dia, Margo desaparece &#8211; algo não muito inusitado &#8211; e Quentin sente-se no dever de seguir pistas deixadas por ela para poder encontrá-la. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao contrário de <em>A Culpa é das Estrelas</em>, </span><i><span style="font-weight: 400;">Cidades de Papel </span></i><span style="font-weight: 400;">não é uma história de amor. A relação dos dois não ultrapassa os limites da amizade (se é que pode ser chamado de amizade). Porém, pela história ser narrada por Quentin, o público espera que, após a viagem, algo a mais pudesse acontecer. E isso não é verdade &#8211; ainda bem. O final mostra que os dois podem ser felizes sim, mas completamente separados um do outro.</span></p>
<figure id="attachment_12325" aria-describedby="caption-attachment-12325" style="width: 540px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-12325" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/07/giphy.gif" alt="" width="540" height="224" /><figcaption id="caption-attachment-12325" class="wp-caption-text">&#8220;Você tem que se perder antes de se encontrar &#8211; Margo Roth Spielgeman&#8221; (Gif: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois de cinco anos sem alguma novidade cinematográfica relacionado a John Green, o serviço de <em>streaming Hulu</em> anunciou uma </span><a href="https://www.omelete.com.br/series-tv/quem-e-voce-alasca-serie-baseada-em-livro-do-john-green-estreia-em-outubro"><span style="font-weight: 400;">série</span></a><span style="font-weight: 400;"> baseada no livro &#8220;Quem é você, Alasca?&#8221;. A série conta com oito episódios e tem data de estreia no seu catálogo para dia 18 de outubro, porém sem data de lançamento para o Brasil. </span><span style="font-weight: 400;">O elenco é formado por Charlie Plummer (A Rota Selvagem) interpretando Miles Halter e Kristine Froseth (Sierra Burgess é uma Loser) no papel de Alasca Young. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A primeira obra do autor gira em torno de Miles, um adolescente fanático por últimas palavras de pessoas famosas, buscando seu &#8220;Grande Talvez&#8221;. Ao mudar de colégio, Miles conhece Alasca, uma jovem inteligente e extremamente sensual, que acaba se apaixonando. Os dois partem, então, em busca de respostas para tantos enigmas que os assombram.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" title="Spotify Embed: The Fault In Our Stars: Music From The Motion Picture" src="https://open.spotify.com/embed/album/7bXOViTvx6EHXuYFuI2yfj?si=kxm3kwjrRIKZ6D_ujwVSkg"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de muitas obras de John Green terem feito sucesso, o autor sempre é reconhecido por ter escrito </span><i><span style="font-weight: 400;">A Culpa é das Estrelas</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; mesmo não sendo sua melhor obra. Pois é, infelizmente o mundo não é uma fábrica de realização de desejos. </span></p>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/john-green-critica/">Os anos estrelados de John Green</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>http://personaunesp.com.br/john-green-critica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">12320</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
