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	<title>Arquivos Baran Rasoulof &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
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	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
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		<title>Não Há Mal Algum: a tirania em 4 atos</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2020 21:00:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Caroline Campos e Raquel Dutra A filmografia do diretor iraniano Mohammad Rasoulof não tem sido uma empreitada fácil. Em seus filmes, Rasoulof critica explicitamente o autoritarismo e a tirania que se apossaram de seu país, e isso já lhe rendeu alguns problemas com seu governo. Não seria diferente com Não Há Mal Algum (Sheytan Vojud &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/nao-ha-mal-algum-critica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Não Há Mal Algum: a tirania em 4 atos"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_16546" aria-describedby="caption-attachment-16546" style="width: 2560px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-16546" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/There_is_no_evil_Still_5-claudiatomassini-com-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1704" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/There_is_no_evil_Still_5-claudiatomassini-com-scaled.jpg 2560w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/There_is_no_evil_Still_5-claudiatomassini-com-300x200.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/There_is_no_evil_Still_5-claudiatomassini-com-1024x681.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/There_is_no_evil_Still_5-claudiatomassini-com-768x511.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/There_is_no_evil_Still_5-claudiatomassini-com-1536x1022.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/There_is_no_evil_Still_5-claudiatomassini-com-2048x1363.jpg 2048w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/There_is_no_evil_Still_5-claudiatomassini-com-1200x799.jpg 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-16546" class="wp-caption-text">Um dos filmes mais comentados de 2020 chega ao Brasil na 44ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo (Foto: Divulgação Imprensa)</figcaption></figure>
<p><strong>Caroline Campos e Raquel Dutra</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://www.dw.com/en/why-mohammad-rasoulof-still-makes-films-despite-irans-threats/a-52575195"><span style="font-weight: 400;">filmografia</span></a><span style="font-weight: 400;"> do diretor iraniano Mohammad Rasoulof não tem sido uma empreitada fácil. Em seus filmes, Rasoulof critica explicitamente o autoritarismo e a tirania que se apossaram de seu país, e isso já lhe rendeu alguns problemas com seu governo. Não seria diferente com </span><i><span style="font-weight: 400;">Não Há Mal Algum</span></i><span style="font-weight: 400;"> (</span><i><span style="font-weight: 400;">Sheytan Vojud Nadarad</span></i><span style="font-weight: 400;">), seu longa mais recente que chega ao Brasil como uma das obras mais esperadas da 44ª <a href="https://personaunesp.com.br/tag/mostra-internacional-de-cinema-em-sao-paulo/">Mostra Internacional</a> de Cinema em São Paulo. Com uma forte narrativa sobre as consequências de ser um executor de penas de morte no país, o filme venceu o Urso de Ouro, prêmio máximo do Festival de Berlim, mas o diretor </span><a href="https://www.theguardian.com/film/2020/mar/04/golden-bear-winner-mohammad-rasoulof-sentenced-jail-iran"><span style="font-weight: 400;">não pôde agradecer presencialmente</span></a><span style="font-weight: 400;"> a honraria pois o governo do Irã não permitiu seu comparecimento à cerimônia por ter feito “propaganda contra o sistema”.</span></p>
<p><span id="more-16545"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A construção da história foi diretamente influenciada pela condição do diretor diante do país. Em decorrência da </span><a href="https://www.nexojornal.com.br/expresso/2020/03/05/Como-o-Ir%C3%A3-censura-e-persegue-cineastas-premiados"><span style="font-weight: 400;">censura</span></a><span style="font-weight: 400;">, Rasoulof optou por dividir o filme em 4 curtas dirigidos sob nomes fictícios, para que a produção da obra se tornasse mais segura. Todos, entretanto, partem de uma mesma perspectiva: a de quem tem que escolher entre sujar as mãos em obediência ao Estado ou comprometer sua existência e liberdade</span> <span style="font-weight: 400;">na própria terra. O suspensa marcante complementa a contemporaneidade das histórias, que transformam o estereótipo de carrascos mascarados da Idade Medieval para cidadãos comuns dos dias de hoje.</span></p>
<figure id="attachment_16547" aria-describedby="caption-attachment-16547" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-16547" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/espelho.jpg" alt="" width="800" height="400" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/espelho.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/espelho-300x150.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/espelho-768x384.jpg 768w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-16547" class="wp-caption-text">O filme é resultado de uma colaboração entre Irã, Alemanha e República Tcheca (Foto: Divulgação Imprensa)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro deles já protagoniza o curta de maior impacto e tensão do filme. Ele é Heshmat (Ehsan Mirhosseini), um pai de família que vive normalmente seu dia até sair para trabalhar na madrugada. Com gestos mecânicos, o ator desenha o hábito que Heshmat adquiriu com seu dia-a-dia conflitante e também seus traumas, evidenciados em sua aparência morna, curvada e na dificuldade que seu personagem tem para dormir. Contrariando o caráter imediato das consequências que apertar o botão da execução de alguém revela, o texto de Mohammad Rasoulof demora a entregar a razão pela qual Heshmat está ali, fazendo-o apenas nas últimas cenas, de uma forma tão repentina e insensível que acaba por justificar a forma como o executor vive sua vida, lenta e inexpressivamente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Logo em seguida, a banalidade que a execução assume no primeiro capítulo de </span><i><span style="font-weight: 400;">Não Há Mal Algum</span></i><span style="font-weight: 400;"> é revertida bruscamente. Agora, nossa perspectiva está junto de um grupo de soldados que têm como serviço obrigatório realizar as execuções, focada em Pouya (</span><span style="font-weight: 400;">Kaveh Ahangar), que vai concretizar a pena de morte do Estado pela primeira vez. Construindo um suspense tremendo, o jovem não cede à pressão da tirania sobre sua própria ética. Refletindo a coragem do personagem em resistir nas suas crenças, o diretor junta toda sua subversão para fazer jus a sua fama e inimizade com o governo iraniano, colocando o hino antifascista </span><a href="https://brasil.elpais.com/cultura/2020-04-25/bella-ciao-a-historia-por-tras-do-hino-da-liberdade-e-da-resistencia.html"><i><span style="font-weight: 400;">Bella Ciao</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> para tocar ao fundo. </span></p>
<figure id="attachment_16548" aria-describedby="caption-attachment-16548" style="width: 2560px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-16548" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/There_is_no_evil_Still_4-claudiatomassini-com-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1708" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/There_is_no_evil_Still_4-claudiatomassini-com-scaled.jpg 2560w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/There_is_no_evil_Still_4-claudiatomassini-com-300x200.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/There_is_no_evil_Still_4-claudiatomassini-com-1024x683.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/There_is_no_evil_Still_4-claudiatomassini-com-768x512.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/There_is_no_evil_Still_4-claudiatomassini-com-1536x1025.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/There_is_no_evil_Still_4-claudiatomassini-com-2048x1367.jpg 2048w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/There_is_no_evil_Still_4-claudiatomassini-com-1200x801.jpg 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-16548" class="wp-caption-text">Impedido de sair do Irã pelo governo, quem recebeu o prêmio de Mohammad Rasoulof no Festival de Berlim foi sua filha Baran Rasoulof, que interpreta Darya no filme (Foto: Divulgação Imprensa)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Se nos primeiros atos </span><i><span style="font-weight: 400;">Não Há Mal Algum</span></i><span style="font-weight: 400;"> contrasta suas perspectivas, nossas questões morais são ainda mais abaladas com as duas últimas histórias, que possuem caráteres complementares. Javad, o jovem soldado protagonista da terceira parte, consegue uma folga do serviço militar para pedir a namorada em casamento. No entanto, quando chega a casa de Na’na (Mahtab Servati), o clima não é de comemorações. Um ativista político, muito próximo da família, fora perseguido e executado pelo Estado. Até então, nada que Javad não esteja acostumado em relação ao seu país, já que </span><i><span style="font-weight: 400;">“a lei é essa e temos que obedecê-la”</span></i><span style="font-weight: 400;">. Todas as suas crenças são dissolvidas ao ver o rosto do homem em fotos e concluir que ele mesmo o matara. A força da cena está na atuação claustrofóbica de Mohammad Valizadegan. Sua crise de pânico e olhar desorientado substituem a atitude alegre e esperançosa do jovem que nos é apresentado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo da segunda metade do filme, percebemos que o assassinato desencadeia reflexos e consequências para além do ato em si. Não é só apenas um serviço obrigatório, mas uma atitude que afeta todos ao redor do executor, emocional e psicologicamente, inclusive a longo prazo. Enquanto Javad aceita realizar o que lhe é mandado, nós vemos em Bahram (Mohammad Seddighimehr), um dos personagens principais da última história, a luta contra a banalização da repressão estatal. Com uma personalidade contida e um pouco desanimada, ele e sua esposa recebem a sobrinha Darya em sua casa afastada da cidade. Pelas atitudes receosas de Bahram, a narrativa indica que o homem está tentando revelar um segredo para a jovem, relativo a momentos de 20 anos antes. Diferente de Javad, Bahram disse “não” e teve que lidar com as consequências de sua afronta. </span></p>
<figure id="attachment_16549" aria-describedby="caption-attachment-16549" style="width: 2560px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-16549" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/There_is_no_evil_still_1_key_still-claudiatomassini-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1715" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/There_is_no_evil_still_1_key_still-claudiatomassini-scaled.jpg 2560w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/There_is_no_evil_still_1_key_still-claudiatomassini-300x201.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/There_is_no_evil_still_1_key_still-claudiatomassini-1024x686.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/There_is_no_evil_still_1_key_still-claudiatomassini-768x515.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/There_is_no_evil_still_1_key_still-claudiatomassini-1536x1029.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/There_is_no_evil_still_1_key_still-claudiatomassini-2048x1372.jpg 2048w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/There_is_no_evil_still_1_key_still-claudiatomassini-1200x804.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-16549" class="wp-caption-text">O diretor também foi premiado no Festival Cannes em 2011, 2013 e 2017, com Goodbye, Manuscripts Don&#8217;t Burn e A Man of Integrity, respectivamente (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Os personagens de </span><i><span style="font-weight: 400;">Não Há Mal Algum</span></i><span style="font-weight: 400;"> são controlados pelo medo e marcados pela violência, abrigando o aspecto de maior impacto de todo o filme. Mesmo assistindo a história pela perspectiva de pessoas que estão ou estiveram na posição do executor e não do executado, a narrativa não depende inteiramente de seus personagens, já que as quatro partes formam um todo que versa muito mais sobre o tema e uma denúncia do que qualquer outra coisa. Isto é, um sistema tão desumano que também desumaniza quem é obrigado a se submeter a ele. Essa desumanização, por sua vez, nunca é contida nem finalizada em si mesma, mas sempre se desdobra em muitas outras destruições, reverberando na vida de quem a executa de formas profundas e permanentes. Poderosamente, o filme também ressoa a forma que o diretor encontrou para enfrentar a tirania:</span> <i><span style="font-weight: 400;">“seu poder é dizer não.”</span></i><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
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<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/nao-ha-mal-algum-critica/">Não Há Mal Algum: a tirania em 4 atos</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
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