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	<title>Arquivos Angie Dickinson &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
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	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
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		<title>Brian De Palma encontra o que há de mais depravado em Hitchcock nos 45 anos de Vestida Para Matar</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 13:00:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Guilherme Moraes No final da década de 1970, até o início dos anos 1990, uma tendência começou a tomar conta do Cinema (em especial, no norte-americano e europeu), alguns jovens cineastas da época iniciaram suas carreiras retomando obras de seus ícones, ao pensar nos clássicos e trazer sua própria versão deles. Não eram as mesmas &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/critica-vestida-para-matar/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Brian De Palma encontra o que há de mais depravado em Hitchcock nos 45 anos de Vestida Para Matar"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_36757" aria-describedby="caption-attachment-36757" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-36757" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image3-2-800x450.png" alt="Cena de Vestida para Matar. Retrato em close-up de Liz, uma mulher loira com cabelos volumosos e cacheados, adornados com uma presilha brilhante. Ela veste um casaco de textura felpuda na cor roxa vibrante. A iluminação é dramática, destacando seus olhos claros e lábios pintados, com luzes de cidade desfocadas ao fundo." width="800" height="450" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image3-2-800x450.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image3-2-1024x576.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image3-2-768x432.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image3-2.png 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-36757" class="wp-caption-text">Nancy Allen e Brian De Palma já foram casados (Foto: Filmways Pictures)</figcaption></figure>
<p><b>Guilherme Moraes</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No final da década de 1970, até o início dos anos 1990, uma tendência começou a tomar conta do Cinema (em especial, no norte-americano e europeu), alguns jovens cineastas da época iniciaram suas carreiras retomando obras de seus ícones, ao pensar nos clássicos e trazer sua própria versão deles. Não eram as mesmas histórias exatamente, mas os diretores partiam de um filme já concebido e o deformavam. Nesse sentido, um dos artistas que mais chamou a atenção foi Brian De Palma, grande fã de </span><a href="https://personaunesp.com.br/critica-rebecca-a-mulher-inesquecivel/"><span style="font-weight: 400;">Alfred Hitchcock</span></a><span style="font-weight: 400;">. Se </span><i><span style="font-weight: 400;">Trágica Obsessão </span></i><span style="font-weight: 400;">(1976) foi a sua versão de </span><i><span style="font-weight: 400;">Vertigo </span></i><span style="font-weight: 400;">(1958), então </span><i><span style="font-weight: 400;">Vestida para Matar </span></i><span style="font-weight: 400;">(1980) é seu próprio </span><i><span style="font-weight: 400;">Psicose </span></i><span style="font-weight: 400;">(1960).</span></p>
<p><span id="more-36756"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">65 anos atrás, Marion Crane (Janet Leigh) roubou 40 mil dólares do seu patrão e fugiu para encontrar com seu namorado. No meio de sua jornada ela se arrepende e decide voltar e devolver o dinheiro, porém, antes que conseguisse retornar, ela é </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=0WtDmbr9xyY"><span style="font-weight: 400;">assassinada</span></a><span style="font-weight: 400;">, marcando para sempre a história do Cinema. 20 anos depois, Kate Miller (Angie Dickinson) é morta no elevador de um prédio, de maneira similar a Marion: Mulher estranha com um objeto cortante colocando a vítima contra a parede. As duas tragédias modificam por completo o enredo, mudando o protagonismo para outros personagens. No clássico de 1960, a trama aparentava ser um jogo de gato e rato pelo dinheiro, enquanto o ‘</span><i><span style="font-weight: 400;">remake</span></i><span style="font-weight: 400;">’ estava focado na libido de Kate Miller. Contudo, ambas as obras enganaram o espectador, pois o desenrolar da história se volta para a questão mais básica do suspense: quem é o assassino?</span></p>
<p><figure id="attachment_36758" aria-describedby="caption-attachment-36758" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-36758" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image4-3-800x533.png" alt="Cena de Vestida para Matar. Kate Miller é uma mulher loira, ela está usando um casaco branco e olha horrorizada para sua própria mão, que apresenta um corte sangrento. À direita, em primeiro plano, uma mão usando luva de couro preta segura uma navalha ensanguentada, sugerindo um ataque recente." width="800" height="533" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image4-3-800x533.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image4-3-1024x683.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image4-3-768x512.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image4-3.png 1170w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-36758" class="wp-caption-text">Além de Vestida para Matar, Angie Dickinson trabalhou em outros projetos históricos de Hollywood, como Onde Começa o Inferno (1959) [Foto: Filmways Pictures]</figcaption></figure><span style="font-weight: 400;">Antes de falar sobre o grande mistério de ambos os longas, é preciso investigar sobre a </span><i><span style="font-weight: 400;">misé-en-scène</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span><a href="https://rollingstone.com.br/cinema/o-diretor-que-evoluiu-a-forma-do-cinema-segundo-brian-de-palma/"><span style="font-weight: 400;">Brian De Palma</span></a><span style="font-weight: 400;"> não se limita a recontar a história, mas deixa evidente que é uma refilmagem e que está se aprofundando no original. O diretor encontra uma natureza depravada nos personagens de Hitchcock, todavia, em nenhum momento ele julga as pulsões destes, muito pelo contrário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na realidade, </span><i><span style="font-weight: 400;">Vestida para Matar </span></i><span style="font-weight: 400;">está mais preocupada em como a sociedade pune o desejo. Aqueles que têm uma relação complexa com ele – Kate Miller e Dr. Elliot (</span><a href="https://personaunesp.com.br/tenet-critica/"><span style="font-weight: 400;">Michael Caine</span></a><span style="font-weight: 400;">) – irão expurgá-lo de maneira devassa ou violenta, por outro lado, a prostituta – Liz (</span><a href="https://personaunesp.com.br/carrie-a-estranha-45-anos/"><span style="font-weight: 400;">Nancy Allen</span></a><span style="font-weight: 400;">) –, que lida melhor com sua sexualidade, sobrevive. Provavelmente em um </span><a href="https://personaunesp.com.br/eu-sei-o-que-voces-fizeram-no-verao-passado-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">slasher</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, Liz Allen teria sido a primeira a morrer, porém, o diretor a transforma em uma heroína. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como de costume do cineasta, a introdução já consegue trazer o tema central. O maneirista abre o filme com Kate Miller se masturbando no chuveiro, passando a mão sobre seu corpo e olhando para seu marido sem camisa se barbeando no chuveiro. Entretanto, em determinado momento um homem vem ao fundo e a violenta. Logo em seguida, somos jogados a uma cena de sexo entre a personagem de </span><a href="https://letterboxd.com/contracampo100/film/dressed-to-kill-1980/"><span style="font-weight: 400;">Angie Dickinson</span></a><span style="font-weight: 400;"> com seu cônjuge, porém, diferentemente da cena do chuveiro – note a relação com </span><i><span style="font-weight: 400;">Psicose </span></i><span style="font-weight: 400;">–, essa não tem tesão algum, é burocrática. Esse corte é essencial para entendermos que a abertura era apenas um sonho de Kate, e que ela via aquele desejo como errado. A excitação feminina era – e ainda é – tabu.</span></p>
<figure id="attachment_36759" aria-describedby="caption-attachment-36759" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-36759" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Vestida-para-matar-1-800x364.png" alt="Cena de Vestida para Matar. Liz posa deitada de forma provocante. Ela usa lingerie preta e meias transparentes. O cenário é interno e mal iluminado, com uma luz azulada vinda da lateral que destaca sua pele e o brilho de seus brincos de cristal." width="800" height="364" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Vestida-para-matar-1-800x364.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Vestida-para-matar-1-1024x465.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Vestida-para-matar-1-768x349.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Vestida-para-matar-1.png 1100w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-36759" class="wp-caption-text">Nancy Allen também esteve no elenco de Carrie, a Estranha (1976), dirigido pelo próprio Brian De Palma (Foto: Filmways Pictures)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A questão sexual do vilão merece um parágrafo à parte para se ater aos erros de </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=S9a50nMofPA"><span style="font-weight: 400;">Brian De Palma</span></a><span style="font-weight: 400;">, e específicamente nesse caso, vale falar sobre defeito na obra de uma posição ‘superior’, afinal ele mostrou ignorância sobre os conceitos de desejo e sexualidade, de forma que possa soar até ofensivo. Mas antes de entrar nesse tópico, é bom olhar como o diretor colocou como protagonistas uma prostituta e um adolescente nerd (cujo o audiovisual sempre tratou como uma figura patética e com problemas sexuais). Apesar de suas figuras estarem sempre ligadas à vulgaridade, as suas interações não poderiam ser mais puras, não há faísca entre eles, é apenas uma amizade se formando. É claro que a fita evidência como o desejo faz parte da experiência humana, no entanto, essa ligação entre os dois também deixa claro que existe mais do que isso.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Vestida para Matar</span></i><span style="font-weight: 400;"> – assim como </span><i><span style="font-weight: 400;">Psicose</span></i><span style="font-weight: 400;"> – mostra como um </span><i><span style="font-weight: 400;">Whodunnit </span></i><span style="font-weight: 400;">deve ser feito, pois, a revelação final não tenta ser grandiosa e megalomaníaca, não é sobre grandes </span><i><span style="font-weight: 400;">plot twists </span></i><span style="font-weight: 400;">– ainda que sejam por natureza –, mas sim sobre concatenar uma ideia fílmica. Não é atoa que </span><a href="https://personaunesp.com.br/janela-indiscreta-70-anos/"><span style="font-weight: 400;">Hitchcock</span></a><span style="font-weight: 400;"> é considerado o mestre do suspense, a conclusão do clássico expõe Norman Bates como assassino, porém, o diretor estava mais interessado na exploração da relação entre ele e sua mãe. Brian De Palma, por sua vez, refilma essa história a partir da depravação dos personagens.</span></p>
<figure id="attachment_36760" aria-describedby="caption-attachment-36760" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-36760" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Vestida-para-matar-2.png" alt="Cena de Vestida para Matar. No primeiro plano, à direita, Liz olha para o lado com expressão de apreensão ou surpresa. Ao fundo, à esquerda, uma figura misteriosa com óculos escuros e casaco brilhante a observa das sombras em um ambiente mal iluminado com luzes desfocadas." width="800" height="337" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Vestida-para-matar-2.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Vestida-para-matar-2-768x324.png 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-36760" class="wp-caption-text">Brian De Palma gosta de filmar personagens em planos diferentes, de forma que esses planos se tornem quase uma barreira (Foto: Filmways Pictures)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O grande algoz de Liz e Peter Miller (Keith Gordon) é revelado nos minutos finais como o personagem de Michael Caine. A motivação por trás dos assassinatos está em sua dupla personalidade – novamente remetendo à </span><i><span style="font-weight: 400;">Psicose. </span></i><span style="font-weight: 400;">O Dr. Elliot estava em processo de mudança de gênero e foi assim que sua mente se fragmentou em duas personas: Elliot e Bobbi. No longa, quando o psicólogo se sente atraído por alguma mulher, sua versão feminina assume e mata aquela mulher, como forma de ‘eliminar’ a heterossexualidade. Contudo, já na época essa relação entre sexo (no sentido fisiológico mesmo) e desejo já se mostrava equivocada. Identidade de gênero não é a mesma coisa que orientação sexual. Todavia, o que se pode dizer em sua defesa – sem ir em direção aquelas defesa simplórias de “</span><i><span style="font-weight: 400;">Era algo daquela época</span></i><span style="font-weight: 400;">” – é que De Palma está interessado mesmo em falar sobre Hitchcock. Era um filme sobre outro filme e que pouco lida com questões de gênero. Muito mais importante do que ‘</span><a href="https://cinemafilia.substack.com/p/cansei-do-eco-da-minha-propria-voz?utm_campaign=reaction&amp;utm_medium=email&amp;utm_source=substack&amp;utm_content=post"><span style="font-weight: 400;">cancelar</span></a><span style="font-weight: 400;">’ ou ‘passar pano’ é pensá-lo criticamente, entendendo seu contexto de produção e intenção, para entender o resultado.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Vestida para Matar </span></i><span style="font-weight: 400;">é um olhar para o que há de mais depravado no Cinema de Hitchcock, o que se torna uma marca de Brian De Palma. Se em </span><a href="http://www.contracampo.com.br/47/obsession.htm"><i><span style="font-weight: 400;">Trágica Obsessão</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">o diretor trabalha com uma relação incestuosa ao fazer a releitura de </span><i><span style="font-weight: 400;">Vertigo</span></i><span style="font-weight: 400;">, neste, ele encontra a promiscuidade em lugares inesperados e, ironicamente, onde a sociedade veria vulgaridade, há apenas amizade.</span></p>
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