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	<title>Arquivos Aladdin &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
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	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
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		<title>As noites continuam doces na Arábia</title>
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		<pubDate>Wed, 29 May 2019 23:19:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jho Brunhara e Vitor Evangelista  Produzir um live action não é uma tarefa simples, como muitos casos que não terminaram tão bem. Embora aconchegante, Cinderela (2015) é imemorável, Dumbo (2019) é um fracasso e Christopher Robin (2018) não atinge seu verdadeiro potencial. Mesmo que imperfeito, Aladdin (2019) reinventa a animação original e mostra um mundo &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/critica-aladdin/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "As noites continuam doces na Arábia"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_12119" aria-describedby="caption-attachment-12119" style="width: 1435px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-12119" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/05/screenshot_2019_05_28_at_21_12_09_1228453.jpg" alt="" width="1435" height="595" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/05/screenshot_2019_05_28_at_21_12_09_1228453.jpg 1435w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/05/screenshot_2019_05_28_at_21_12_09_1228453-300x124.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/05/screenshot_2019_05_28_at_21_12_09_1228453-768x318.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/05/screenshot_2019_05_28_at_21_12_09_1228453-1024x425.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/05/screenshot_2019_05_28_at_21_12_09_1228453-1200x498.jpg 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-12119" class="wp-caption-text"><em>Quem não compra o peixe de Aladdin nos vinte primeiros minutos muito provavelmente sairá amargurado da sala de cinema (Foto: Reprodução)</em></figcaption></figure>
<p><strong>Jho Brunhara e Vitor Evangelista </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Produzir um <em>live action</em> não é uma tarefa simples, como muitos casos que não terminaram tão bem. Embora aconchegante, <em>Cinderela (2015)</em> é imemorável, <em><a href="http://personaunesp.com.br/cineclube-persona-marco2019/">Dumbo (2019)</a></em> é um fracasso e <em><a href="http://personaunesp.com.br/christopher-robin-disney-critica/">Christopher Robin (2018)</a></em> não atinge seu verdadeiro potencial. Mesmo que imperfeito, <em>Aladdin (2019)</em> reinventa a animação original e mostra um mundo ideal a ser seguido.</span></p>
<p><span id="more-12118"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O diretor Guy Ritchie, familiarizado com filmes de ladrão e câmera ágil (como <em>Sherlock Holmes</em> e <em>Rei Arthur: A Lenda da Espada</em>), toma a decisão complicada de reler a animação de 92, guiando os perrengues enfrentados por Aladdin das vielas empoeiradas até o chão lustroso do palácio do Sultão. </span></p>
<figure id="attachment_12120" aria-describedby="caption-attachment-12120" style="width: 1400px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-12120" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Culture_AladdinTrailer.jpg" alt="" width="1400" height="1050" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Culture_AladdinTrailer.jpg 1400w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Culture_AladdinTrailer-300x225.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Culture_AladdinTrailer-768x576.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Culture_AladdinTrailer-1024x768.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Culture_AladdinTrailer-1200x900.jpg 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-12120" class="wp-caption-text"><em>O CGI pode até incomodar, mas a presença de Will Smith preenche a tela (Foto: Reprodução)</em></figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda que não tão carismático quanto o ladrão da versão 2D, o Aladdin de Mena Massoud dá a guinada necessária para iniciar o conto, mas os holofotes aqui caem todos sobre o Gênio, a princesa Jasmine, e o tapete mágico &#8211; que, mesmo sem rosto, tem mais personalidade que o vilão Jafar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos por partes. Enquanto a performance polvorosa de Will Smith lufa vida ao musical da <em>Disney</em>, seu Gênio reconhece o <a href="https://www.forbes.com/sites/rpaige/2019/05/21/will-smith-aladdin-robin-williams-genie/">legado</a> de Robin Williams mas modela a aura do espetáculo visual que se desdobra nas duas horas seguintes. O exagero do macaco de chapéu, a paleta de cores, a textura alhambra, tapetes mágicos voadores e elefantes que transitam de tela a tela. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De todas as princesas <em>live action</em>, Jasmine é a que mais tem a dizer como produto do mercado atual. Comparada a todas as outras, que se mantêm no <em>status quo</em> dos originais, a filha do Sultão de Agrabah não aceita o final clássico e <a href="https://www.bustle.com/p/princess-jasmine-in-the-new-aladdin-is-as-a-feminist-politician-with-a-brand-new-solo-track-listen-17915695">reescreve</a> seu desfecho como bem quer. Naomi Scott brilha. Cheia de nuances, a atriz pavimenta a fragilidade de Jasmine nivelada a seu desejo de trazer o melhor ao povo que governa. </span></p>
<figure id="attachment_12121" aria-describedby="caption-attachment-12121" style="width: 1300px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-12121" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/05/princess-jasmine.jpeg" alt="" width="1300" height="651" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/05/princess-jasmine.jpeg 1300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/05/princess-jasmine-300x150.jpeg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/05/princess-jasmine-768x385.jpeg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/05/princess-jasmine-1024x513.jpeg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/05/princess-jasmine-1200x601.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-12121" class="wp-caption-text"><em>A ansiedade para ver Naomi Scott nas Panteras só aumenta (Foto: Reprodução)</em></figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Jafar (Marwan Kenzari) é um <a href="https://screenrant.com/aladdin-movie-2019-jafar-bad-problem/">erro</a>. Completamente distante da personagem da animação de 1992, um vilão debochado e imponente, se torna caricato, chocho e ofuscado até mesmo pelo macaco Abu. O roteiro de John August e Guy Ritchie opta por rejuvenescer o antagonista, aproximando-o do próprio Aladdin. Essa escolha empobrece sua figura, que não bota medo nem no papagaio, agora arara, Iago. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aladdin cai como uma luva para Ritchie. A tara do diretor por cortes rápidos e secos, longos planos sequência e a truncagem das ruas une o útil ao agradável. Mas, como nem tudo são lâmpadas mágicas, as escolhas musicais do longa pecam na construção maior da obra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Certas adaptações, como <em>Arabian Nights</em> (A Noite da Arábia) e<em> Friend Like Me</em> (Nunca Teve Um Amigo Assim) &#8211; que inclui um trecho inédito de rap, funcionam tão bem quanto no desenho. Porém <em>One Jump Ahead</em> (Correr Para Viver) e a doce <em>A Whole New World</em> (Um Mundo Ideal) decepcionam de certa forma por parecer uma versão arábica de <em>High School Musical</em>. A inédita <em>Speechless</em> (Ninguém Me Cala), por mais pop que seja, carrega a força de todas as personagens femininas reprimidas desde que o Mickey começou a fazer filmes. </span></p>
<figure id="attachment_12122" aria-describedby="caption-attachment-12122" style="width: 1092px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-12122" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/05/aladdin-live-action-2019-18.jpg" alt="" width="1092" height="728" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/05/aladdin-live-action-2019-18.jpg 1092w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/05/aladdin-live-action-2019-18-300x200.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/05/aladdin-live-action-2019-18-768x512.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/05/aladdin-live-action-2019-18-1024x683.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-12122" class="wp-caption-text"><em>O Jafar de 2019 é a definição de small dick energy (Foto: Reprodução)</em></figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;"><em>Aladdin</em> é um filme sobre segundas impressões. Como bem diz o Gênio, não importa a quantidade de magia, o seu verdadeiro <em>eu</em> sempre aparece. À primeira vista apenas outro <em>remake</em> do rato multimilionário, o longa de 2019 é um abraço no coração, discute o amor e as promessas, os sonhos cantados e a mágica de uma terra distante. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><em>Live actions</em> são arriscados, e não precisam ser <a href="https://www.omelete.com.br/filmes/aladdin-as-maiores-diferencas-entre-o-desenho-e-o-live-action">cópias diretas</a> de suas respectivas animações, contanto que a m</span><span style="font-weight: 400;">agia original seja preservada. E o mundo ideal de <em>Aladdin</em> continua tão encantador quanto o de 27 anos atrás.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: Aladdin (Original Motion Picture Soundtrack)" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/album/4WGcPCflN9FNccSu7tE9iS"></iframe></p>
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