<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: Napalm Death: 30 anos depois, o barulho ainda é a resposta	</title>
	<atom:link href="http://personaunesp.com.br/napalm-death-critica/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://personaunesp.com.br/napalm-death-critica/</link>
	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 13 May 2020 21:43:30 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Dáblio Vê		</title>
		<link>http://personaunesp.com.br/napalm-death-critica/#comment-206</link>

		<dc:creator><![CDATA[Dáblio Vê]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2019 14:34:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://personaunesp.com.br/?p=10861#comment-206</guid>

					<description><![CDATA[Corrigindo: &quot;que as guitarras TENHAM...&quot; e não &quot;tenha&quot;, como se pode ler...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Corrigindo: &#8220;que as guitarras TENHAM&#8230;&#8221; e não &#8220;tenha&#8221;, como se pode ler&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Dáblio Vê		</title>
		<link>http://personaunesp.com.br/napalm-death-critica/#comment-205</link>

		<dc:creator><![CDATA[Dáblio Vê]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2019 14:33:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://personaunesp.com.br/?p=10861#comment-205</guid>

					<description><![CDATA[2ª PARTE


Em termos técnicos, creio que as guitarras do &quot;From...&quot; tenha eliminado um pouco os tons médios; isso é particularmente interessante de ser feito quando se pretende um tom mais sombrio e adequado ao metal extremo. 

Espero não ter ofendido nem magoado ninguém com esse meu palavrório, essa minha verborrágica manifestação metálica. E, de igual modo, agradeço: a) pelo Post de utilidade musical/artística e b) pela Paciência e Respeito caso publicar esse meu comentário. 

W. Venom Metalhead (Wellington Vinicius Fochetto Junior; autor de livros  [poesia concreta/verbovisual e ficção] e professor de língua portuguesa e literatura, com pós-graduação em Saberes e Práticas em Língua Portuguesa. Ah, sim: publicitário registrado na Delegacia do Trabalho em SP. Porém, não atuante no meio do marketing. E apaixonado por fotografia. Atualmente em vias de voltar a arranhar guitarra e distribuir, previamente sem fins lucrativos, demos de seus projetos musicais -- com enorme influência do Napalm Death, sua banda do coração).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>2ª PARTE</p>
<p>Em termos técnicos, creio que as guitarras do &#8220;From&#8230;&#8221; tenha eliminado um pouco os tons médios; isso é particularmente interessante de ser feito quando se pretende um tom mais sombrio e adequado ao metal extremo. </p>
<p>Espero não ter ofendido nem magoado ninguém com esse meu palavrório, essa minha verborrágica manifestação metálica. E, de igual modo, agradeço: a) pelo Post de utilidade musical/artística e b) pela Paciência e Respeito caso publicar esse meu comentário. </p>
<p>W. Venom Metalhead (Wellington Vinicius Fochetto Junior; autor de livros  [poesia concreta/verbovisual e ficção] e professor de língua portuguesa e literatura, com pós-graduação em Saberes e Práticas em Língua Portuguesa. Ah, sim: publicitário registrado na Delegacia do Trabalho em SP. Porém, não atuante no meio do marketing. E apaixonado por fotografia. Atualmente em vias de voltar a arranhar guitarra e distribuir, previamente sem fins lucrativos, demos de seus projetos musicais &#8212; com enorme influência do Napalm Death, sua banda do coração).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Dáblio Vê		</title>
		<link>http://personaunesp.com.br/napalm-death-critica/#comment-204</link>

		<dc:creator><![CDATA[Dáblio Vê]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2019 14:33:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://personaunesp.com.br/?p=10861#comment-204</guid>

					<description><![CDATA[1ª PARTE

Obrigadíssimo por postar um texto sobre uma das três obras primas que compõem o que os caras da Inglaterra já fizeram de melhor (Scum, FETO e Mentally Murdered EP). Sem Lee Dorrian, SEM Napalm Death. 

A formação com Dorrian e Steer representa muito em minha vida. Foi a trilha sonora (ou parte dela) que eu usei em minha fase pré-graduação (1º Sem. 1997). A traseira do F.E.T.O., com as fotos dos caras em provável ensaio deles, num &quot;local nojento e feio&quot;, conforme um amigo meu, em contraste com o tom rosa (coisinha fôfa, heh-heh) é de autoria que eu desconheço até hoje e, em virtude disso, amaria saber o nome do &quot;Photoshooter&quot; por trás dela. 

No Equipboard.com eu li que Steer usou um &quot;Big Muff Green Russian Pi&quot; tanto no &quot;From...&quot; quanto nas &quot;Peel Sessions&quot;. Maaaan, I can&#039;t believe. Semprei achei que fosse um Boss Distortion ou algo assim... Tão &quot;podre&quot; que soa. Discão do KCT! F***stico! Ademais, a influência dos Swans sobre Harris e Embury aqui assume um nível muito alto. A intro (o som &quot;Evolved As One&quot;, &quot;Desenvolvido Em Sua Totalidade&quot;, em tradução livre) é beeeem &quot;Swanica&quot;, percebe? E contrasta com o restante do disco. Os riffs dela foram &quot;reaproveitados&quot; no instrumental &quot;The Curse&quot;, que dá nome a um EP posteriormente adicionado a uma versão mais atual do F.E.T.O. Deus... O Bônus &quot;Internal Animosity&quot;, cuja letra ainda hoje &quot;peermanece&quot; DESconhecidíssima de todos nós, parece versar sobre a &quot;animosidade interna&quot; entre os membros da banda. Dorrian, é consenso isso, ficara infeliz com os rumos comerciais que a banda tomava e resolveu partir. Uma perda significativa para o ND! Depois, Steer. Naaaada contra o Barney, puta vocalista, mas sua entrada conferiu um som mais &quot;americanizado&quot; ao ND, deixando de lado sua &quot;grindcority&quot; para assumir um tom bem mais Death Metal from Tampa, Florida (audi-visível em &quot;Harmony Corruption&quot;, 3º disco da banda). Não um disco ruim, nada disso. Mas nem sombra do som que os caras faziam.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1ª PARTE</p>
<p>Obrigadíssimo por postar um texto sobre uma das três obras primas que compõem o que os caras da Inglaterra já fizeram de melhor (Scum, FETO e Mentally Murdered EP). Sem Lee Dorrian, SEM Napalm Death. </p>
<p>A formação com Dorrian e Steer representa muito em minha vida. Foi a trilha sonora (ou parte dela) que eu usei em minha fase pré-graduação (1º Sem. 1997). A traseira do F.E.T.O., com as fotos dos caras em provável ensaio deles, num &#8220;local nojento e feio&#8221;, conforme um amigo meu, em contraste com o tom rosa (coisinha fôfa, heh-heh) é de autoria que eu desconheço até hoje e, em virtude disso, amaria saber o nome do &#8220;Photoshooter&#8221; por trás dela. </p>
<p>No Equipboard.com eu li que Steer usou um &#8220;Big Muff Green Russian Pi&#8221; tanto no &#8220;From&#8230;&#8221; quanto nas &#8220;Peel Sessions&#8221;. Maaaan, I can&#8217;t believe. Semprei achei que fosse um Boss Distortion ou algo assim&#8230; Tão &#8220;podre&#8221; que soa. Discão do KCT! F***stico! Ademais, a influência dos Swans sobre Harris e Embury aqui assume um nível muito alto. A intro (o som &#8220;Evolved As One&#8221;, &#8220;Desenvolvido Em Sua Totalidade&#8221;, em tradução livre) é beeeem &#8220;Swanica&#8221;, percebe? E contrasta com o restante do disco. Os riffs dela foram &#8220;reaproveitados&#8221; no instrumental &#8220;The Curse&#8221;, que dá nome a um EP posteriormente adicionado a uma versão mais atual do F.E.T.O. Deus&#8230; O Bônus &#8220;Internal Animosity&#8221;, cuja letra ainda hoje &#8220;peermanece&#8221; DESconhecidíssima de todos nós, parece versar sobre a &#8220;animosidade interna&#8221; entre os membros da banda. Dorrian, é consenso isso, ficara infeliz com os rumos comerciais que a banda tomava e resolveu partir. Uma perda significativa para o ND! Depois, Steer. Naaaada contra o Barney, puta vocalista, mas sua entrada conferiu um som mais &#8220;americanizado&#8221; ao ND, deixando de lado sua &#8220;grindcority&#8221; para assumir um tom bem mais Death Metal from Tampa, Florida (audi-visível em &#8220;Harmony Corruption&#8221;, 3º disco da banda). Não um disco ruim, nada disso. Mas nem sombra do som que os caras faziam.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
