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	Comentários sobre: Mayhem em São Paulo: uma celebração macabra	</title>
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	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
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		Por: Os melhores discos de Outubro/2016 &#124; Persona		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Os melhores discos de Outubro/2016 &#124; Persona]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2016 21:50:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[&#8230;] halloween, eleições, shows e fins de semestre, outubro foi realmente um mês macabro. A aura desses últimos trinta e um dias [&#8230;]]]></description>
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		Por: Slayer: epidêmico e sangrento &#124; Persona		</title>
		<link>http://personaunesp.com.br/mayhem-sao-paulo-celebracao-macabra/#comment-35</link>

		<dc:creator><![CDATA[Slayer: epidêmico e sangrento &#124; Persona]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Oct 2016 23:41:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[&#8230;] Único não somente na discografia da banda, o disco caiu como uma bomba no cenário metálico oitentista. Com menos de trinta minutos de duração dispostos em dez faixas, Reign in Blood elevou o conceito de peso sonoro a outro patamar: as letras eram brutais, a entrega vocal de Tom Araya assustava por sua intensidade, o timbre das guitarras soava cortante e, talvez o maior destaque, as linhas de bateria eram simplesmente de outro mundo &#8211; não à toa, Dave Lombardo receberia o apelido de “padrinho do bumbo duplo”, além do andamento mais comum do disco ter ficado conhecido informalmente como “a batida Slayer”. Embora trabalhos como a estreia homônima do Bathory (1984) e Seven Churches (1985), do Possessed, tenham sido lançados antes, não é errôneo afirmar que foi o terceiro disco do Slayer o grande responsável por estabelecer as bases do que é conhecido como metal extremo até os dias de hoje, da pintura sinistra que ilustra a capa até ao radicalismo do “metal way of life”. [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] Único não somente na discografia da banda, o disco caiu como uma bomba no cenário metálico oitentista. Com menos de trinta minutos de duração dispostos em dez faixas, Reign in Blood elevou o conceito de peso sonoro a outro patamar: as letras eram brutais, a entrega vocal de Tom Araya assustava por sua intensidade, o timbre das guitarras soava cortante e, talvez o maior destaque, as linhas de bateria eram simplesmente de outro mundo &#8211; não à toa, Dave Lombardo receberia o apelido de “padrinho do bumbo duplo”, além do andamento mais comum do disco ter ficado conhecido informalmente como “a batida Slayer”. Embora trabalhos como a estreia homônima do Bathory (1984) e Seven Churches (1985), do Possessed, tenham sido lançados antes, não é errôneo afirmar que foi o terceiro disco do Slayer o grande responsável por estabelecer as bases do que é conhecido como metal extremo até os dias de hoje, da pintura sinistra que ilustra a capa até ao radicalismo do “metal way of life”. [&#8230;]</p>
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