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	Comentários sobre: Ultraviolence: Meia década do melhor de Lana Del Rey	</title>
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	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
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		Por: Abayomi		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Abayomi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2019 22:10:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não sabia que o Lou Reed ia cantar em Brooklyn Baby (chorando pois a Lana é fãzona dele né? Daí imagina tu conseguir um feat com um artista que você admira e NO DIA da gravação, ele morre. Tipo AAAAAAA enfim)

Tu já ouviu o álbum do Barrie? Se chama Cold Coffee e ele lançou ele em 2016. Eu tô viciado nele porque é MUITO bom, ainda mais sabendo que é sobre a Lana. (Fico surtando internamente por supostamente termos as duas versões do relacionamento deles em forma de álbuns, pode entrar Ultraviolence e Cold Coffee). Enfim, fica a dica.

Eu gostei disso que você falou sobre o feminismo à lá Lana Del Rey. Acho que é bem isso. Só não sei se se encaixa em Fucked My Way Up To The Top sob o olhar dela usar a sexualidade dela pra chegar ao topo. Vejo mais essa música como ela respondendo às críticas de que ela tinha sido fabricada, que não era autêntica e etc. Tipo &quot;EU ME FUDI PRA CHEGAR AQUI CARALHO, ME RESPEITA QUE ESSE É O MEU SHOW!!!!&quot; jdisksjdkd enfim, sinto mais esse mood na música, que por esse lado, vejo mais feminismo. s2

Aliás, tenho a impressão que o Ultra é uma mistureba sombria dos demônios da Lana na época — (que eu identifiquei até agora) a tristeza, as traições e as possíveis agressões do Barrie e as críticas misóginas contra ela. Apesar de ter ouvido um milhão de vezes, nunca tinha me atentado às letras e a tudo o que ela fala, então preciso dar uma estudada melhor. Enfim, só mais um ponto de vista.

Adorei a crítica e quero ler maisss sobre Laninha. Não sei se tu escuta uma tal de Lizzy Grant, recomendo também pra fazer alguma crítica ao &quot;Lana Del Rey AKA Lizzy Grant&quot; amo esse álbum &#060;3 xeru.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sabia que o Lou Reed ia cantar em Brooklyn Baby (chorando pois a Lana é fãzona dele né? Daí imagina tu conseguir um feat com um artista que você admira e NO DIA da gravação, ele morre. Tipo AAAAAAA enfim)</p>
<p>Tu já ouviu o álbum do Barrie? Se chama Cold Coffee e ele lançou ele em 2016. Eu tô viciado nele porque é MUITO bom, ainda mais sabendo que é sobre a Lana. (Fico surtando internamente por supostamente termos as duas versões do relacionamento deles em forma de álbuns, pode entrar Ultraviolence e Cold Coffee). Enfim, fica a dica.</p>
<p>Eu gostei disso que você falou sobre o feminismo à lá Lana Del Rey. Acho que é bem isso. Só não sei se se encaixa em Fucked My Way Up To The Top sob o olhar dela usar a sexualidade dela pra chegar ao topo. Vejo mais essa música como ela respondendo às críticas de que ela tinha sido fabricada, que não era autêntica e etc. Tipo &#8220;EU ME FUDI PRA CHEGAR AQUI CARALHO, ME RESPEITA QUE ESSE É O MEU SHOW!!!!&#8221; jdisksjdkd enfim, sinto mais esse mood na música, que por esse lado, vejo mais feminismo. s2</p>
<p>Aliás, tenho a impressão que o Ultra é uma mistureba sombria dos demônios da Lana na época — (que eu identifiquei até agora) a tristeza, as traições e as possíveis agressões do Barrie e as críticas misóginas contra ela. Apesar de ter ouvido um milhão de vezes, nunca tinha me atentado às letras e a tudo o que ela fala, então preciso dar uma estudada melhor. Enfim, só mais um ponto de vista.</p>
<p>Adorei a crítica e quero ler maisss sobre Laninha. Não sei se tu escuta uma tal de Lizzy Grant, recomendo também pra fazer alguma crítica ao &#8220;Lana Del Rey AKA Lizzy Grant&#8221; amo esse álbum &lt;3 xeru.</p>
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