Do barro ao belo: Cerâmica do Japão – a geração emergente do forno tradicional japonês

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Obra de Kawaguchi Jun

Vinícius Becker de Souza

Vasilhames servem para muitas coisas. Para por flores, servir sopas, beber vinho, guardar cereais, como peso de porta, como enfeite na sala e, também, como expressão artística. Vasilhames é o tema da segunda fase da exposição “Cerâmica do Japão – a geração emergente do forno tradicional japonês” que celebra a cerâmica japonesa, em cartaz até dia 20 de abril no Centro Cultural de Bauru. As obras ali expostas são a prova de que vasilhames vão muito além de suas utilidades – servem de suporte para as expressões artísticas mais diversas. Continue lendo “Do barro ao belo: Cerâmica do Japão – a geração emergente do forno tradicional japonês”

Kandinsky: As cores do gigante

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No Branco, 1920

Paula F. Vermeersch, docente em História da Arte e da Arquitetura no FCT/Unesp

Exposta no ano passado no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília, nos Centros Culturais do Banco do Brasil, a mostra “Kandinsky: Tudo começa num ponto” trouxe, para o público brasileiro, a primeira oportunidade de ver não só quase toda a trajetória do gigante Wassily Kandinsky (1866-1944), mas também dos artistas ucranianos, russos e alemães que circularam nas vanguardas do início do século XX, além de artefatos sacros e cotidianos, que atestam a ligação destes artistas modernos com tradições figurativas ancestrais.

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